3 atitudes que formam um escudo contra as emoções negativas!

As emoções negativas fazem parte de nós, não podem ser eliminadas, mas elas podem fazer o seu papel, sem causar dano algum, quando estão em equilíbrio.

O importante é não deixar que cresçam, intensifiquem e permaneçam no nosso cérebro, travando tudo em nossa vida.

Um cérebro mais negativo está propenso a doenças psicossomáticas, aquelas doenças que aparecem, quando não sabemos lidar com as situações difíceis da vida e nosso emocional fica frágil. Como por exemplo, quando aumenta a pressão arterial por causa de rompantes de raiva, ou quando temos problemas digestivos, como diarreia, por medo de enfrentar algo, entre outras.

Um cérebro mais positivo é movido pelas emoções positivas como amor, generosidade, alegria, gratidão, bondade, serenidade, interesse, esperança, inspiração, perdão, humor, entre outras. Essas emoções positivas tornam a vida mais plena, aumentam nossa imunidade e são responsáveis por muitos outros benefícios.

Como saber se reagimos de forma positiva ou negativa às situações de forma geral?

Vamos ver se você é, ou se você está mais positivo, ou mais negativo:

Situação 01: Você chega no trabalho e dá bom dia para seu colega. Ele não responde. Você:

  • Acredita que ele não está bem e o deixa quieto.
  • Acredita que ele não gosta de você, ou ficou chateado com você por alguma razão.

Situação 02: Normalmente, ao acordar pela manhã você:

  • Pensa que, mais um dia em sua vida vai ser leve e que tem muita coisa boa para vir.
  • Pensa que, está longe a sexta-feira e, que você já está cansado e sem energia.

Situação 03: Você recebeu um convite para fazer um lanche com um amigo que não vê há tempo. Estava se arrumando e ele liga e diz que teve que mudar os planos, pois precisa fazer hora extra no trabalho.

  • Você compreende e diz que combinam então outra hora.
  • Você diz que compreende, que depois combinam, mas fica achando que ele foi fazer um programa mais interessante.

Situação 04: Durante os seus dias é comum:

  • Que você mantenha o foco nas suas atividades.
  • Que você fique “remoendo” preocupações, que tiram seu foco e concentração.
Se você respondeu B para duas ou mais, a situação é crítica e lhe convido a me escutar um pouquinho:

Além dessas três atitudes, outra dica certeira é: manter o FOCO. Viver no momento presente limpa muito “lixo emocional”, pois a ansiedade e a angústia normalmente estão atreladas ao futuro e ao passado.

Quando nos mantemos presentes no momento que em estamos vivendo, quando exercitamos o foco, com certeza nossa vida fica mais saudável, nossa memória fica preservada.

E o foco pode ser desenvolvido em qualquer idade, em qualquer situação, é questão de treino.

Podemos desenvolver muito bem o foco enquanto comemos. Achou engraçado? Apesar de ser um exercício simples, é intenso, pois envolve a liberação do quarteto fantástico (dopamina, ocitocina, serotonina e endorfina). O melhor de tudo é que comer a gente precisa sempre, então, fica mais fácil eliminar as desculpas para não fazer.

Esse exercício a gente faz da seguinte forma:

  • Procure sempre colocar alimentos coloridos no prato, pois assim estimula a visão. Intensifique o momento agradecendo pela beleza que é poder comer. Sempre que estimulamos os sentidos, intensificamos o resultado.
  • Preste atenção aos sabores diferentes. Aí estamos usando mais um sentido. Intensifique o gosto de cada alimento, cada diferença de paladar.
  • Identifique os diferentes aromas da refeição. Brinque, misturando os sentidos!
  • Ouça você mastigando, sinta você mastigando…
  • Do início ao fim preste atenção ao que está fazendo. E, se está acompanhado, convide os colegas. Precisamos aprender a intensificar o foco, mesmo com pessoas ao redor, ruídos…
  • E, não deixe de fora o tato. Sinta a textura e a temperatura do prato, do copo.
Agora é só colocar em prática!

Na verdade, “só” não, pois mudança de comportamento não é fácil. Mas é um desafio que precisamos encarar. O que melhora nossa qualidade de vida é bem-vindo!

Grande abraço!

Isabel

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Direitos autorais da imagem de capa: halfpoint / 123RF Imagens



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