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6 passos para tomar uma decisão emocionalmente inteligente

Decisões são escolhas. Uma boa tomada de decisão é resultado de uma boa escolha. O que caracteriza uma pessoa segura é sua tomada de decisão eficaz.

Hoje estamos vivendo basicamente regidos pelo dizer do gato de Alice no País das Maravilhas, que, quando Alice lhe pergunta para onde ia a estrada onde ela estava, ele responde: para quem não sabe onde vai, qualquer caminho serve.



No livro “Felicidade – A Prática do Bem-estar”, Matthieu Ricard cita a história Tibetana de um cão que vivia entre dois monastérios separados por um rio.

Um dia, ouvindo o sino que batia na hora do café da manhã do primeiro monastério, pôs-se a nadar para atravessar o rio. No meio caminho ouviu bater o sino do segundo monastério e voltou atrás. No fim, não chegou a tempo para fazer nenhuma das refeições.


Muitas vezes isso ocorre em nossas vidas, pela demora na tomada de decisão, ou por perder o foco, acabamos não realizando aquilo que realmente queremos.

Mas aí está o ponto. Será que sabemos o que realmente queremos? Se não sabemos, não podemos alcançar. Decisões são escolhas. Uma boa tomada de decisão é resultado de uma boa escolha. O que caracteriza uma pessoa segura é sua tomada de decisão eficaz. Todos nós tomamos decisões baseadas em um processo, mesmo que inconscientemente. Então temos que usar um processo o mais estruturado possível para fazermos uma boa escolha.

Realização, bem-estar e sucesso estão ligados diretamente à capacidade de tomada de decisão, que só se concretiza de forma adequada se nos conhecemos, temos segurança e motivação para persistirmos no caminho do autodesenvolvimento e autoconhecimento. A falta de autoconfiança pode se manifestar em sentimentos de incapacidade, impotência, e dúvidas paralisantes sobre si mesmo



Deixamos a indecisão entrar nas nossas vidas, deixando de assumir o papel de protagonistas de nossa história quando: damos muita importância ao que os demais pensam a nosso respeito e quando temos medo de errar.

Está tudo centrado na maneira e intensidade com que encaramos as situações. As opiniões dos outros são muito importantes e nos fazem crescer, melhorar cada vez mais, porém a questão é: quem escutamos? Como? E em que momento?

Se nos conhecemos bem, temos maior probabilidade de sentir mais segurança nos nossos atos, se ficamos acomodados no processo de autoconhecimento, a tendência maior é a de diminuir a confiança em nós e prejudicar nosso processo de tomada de decisão.



Para tomarmos decisões com inteligência emocional, com o equilíbrio razão e emoção, precisamos:

1.  Definir o problema e o objetivo.
2.  Criar o maior número de alternativas possíveis para sua solução.
3.  Desenvolver um plano de ação claro e concreto, verificando sempre “custo X benefício” de todos os passos. Para isso, escreva-os no papel para ficar mais fácil a visualização. Procure pesar tudo como se colocasse numa balança.
4.  Pensar no que pode dar errado e em alternativas de melhoria e reavaliação.
5.  Revisar sempre o planejamento das ações.
6.  Não ter medo de errar durante o percurso.

Em todo o processo de tomada de decisão o foco está em considerar o erro como um passo dado que precisa ser reavaliado. O importante é sair da inércia, do comodismo, da vitimização.

Ver o erro com tranquilidade por ter passado da inércia para a ação, avaliando sempre a possibilidade de aprendizagem e de recomeço, de retomada.

Afinal: “Onde quer que você veja um empreendimento de sucesso, pode acreditar que ali houve, um dia uma decisão corajosa”.  Peter Drucker


Direitos autorais da imagem de capa licenciada para o site O Segredo: castenoid / 123RF Imagens

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