Reflexão

A geração de filhos “órfãos”, que são trocados pelos celulares dos pais

a geração de filhos órfãos que são trocados pelos celulares dos pais

Os celulares não encantam apenas os filhos, muitas vezes são os pais os maiores seduzidos por eles, o que pode causar desequilíbrio na família.



Na sociedade de hoje, os celulares são praticamente uma “obrigação”. Eles fazem parte da rotina de basicamente todos nós, jovens e velhos, e nos acompanham em todos os momentos, bons e ruins.

Esses aparelhos se tornaram a principal forma de nos comunicar, seja através das ligações, dos aplicativos de mensagens e das redes sociais, que cada vez mais ocupam espaço importante em nossa rotina, muitas vezes prendendo mais a nossa atenção do que o mundo real.

É inegável sua praticidade, diversão e até mesmo sabedoria que podemos conseguir por meio de nossos aparelhos celulares. No entanto, a falta de limites no uso deles pode nos trazer diversos prejuízos, especialmente no relacionamento com as pessoas.


Todos nós conhecemos alguém que vive “preso” ao celular 24 horas por dia. Essa pessoa está o tempo todo nas redes sociais, compartilhando status e acompanhando tudo o que os famosos e amigos estão postando, muitas vezes deixando de prestar atenção ao que acontece ao seu redor e perdendo momentos importantes com as pessoas do “mundo real”.

É desanimador tentar conviver com alguém assim, e a situação fica ainda mais séria quando se trata de alguém da nossa família, como os pais.

Apesar de muitas vezes os celulares serem classificados como um vício dos mais jovens, a verdade é que, em determinadas famílias, são os adultos que passam mais tempo conectados aos aparelhos, e acabam se desconectando, ainda que sem perceber, da família, o que afeta diretamente as crianças, as quais, em seu período de formação, precisam muito dos pais.

Essa realidade pode levar a muitos filhos sentirem-se “órfãos” de pais vivos, que muitas vezes os trocam por seus aparelhos celulares, seja para ficar jogando, assistindo a vídeos ou apenas mexendo nas redes sociais.


O diálogo, as brincadeiras e a conexão, que costumavam manter, vão se perdendo cada vez que os pais permitem a seus celulares chamarem mais a sua atenção do que aqueles que realmente precisam deles.

As crianças podem se ver cada vez mais sozinhas, mesmo dentro de casa, o que leva a sérios problemas em seu desenvolvimento, pois a presença e a atenção dos pais são fundamentais em sua formação como pessoas. Dessa forma, a ausência dos pais pode representar sérias consequências para elas no futuro.

Os celulares nos permitem entretenimento, mas pelo bem de nossas famílias, não podemos torná-los o centro de nossas vidas, porque um mundo virtual nunca será mais importante do que a realidade ao lado daqueles que amamos e que nos amam.

Monitore o seu tempo nesses aparelhos e nunca se esqueça de colocar seus filhos acima deles. Eles precisam de você.


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Direitos autorais da imagem de capa: Depositphotos.


Aos 104 anos, senhor apresenta sua tese de doutorado. Nunca é tarde para aprender!

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