A liberdade de amar sem apego



A angústia da finitude impede-nos, muitas vezes, de viver a realidade impressa no hoje, no agora. Torna-se desesperante saber que um dia tudo pode acabar, que o medo do que se julga certo possa terminar.

Permita-me fazer-lhe uma pergunta: o que é tudo? Tudo o que se tem pela conquista, pelo esforço ou pelo merecimento? Tudo o que se quer ou se pensa?

Tudo ou nada são apenas estados que a mente cria e na maioria das vezes apenas limitam o Ser de ser.

Precisamos olhar para as coisas que temos e para as pessoas que passam por nossas vidas como ferramentas poderosas para crescimento pessoal.

Nada é nosso, nem fica para sempre. Só assim ficará mais leve o coração. Também nada tem fim. Tudo dura apenas o tempo necessário ao processo de evolução.

Precisamos aprender o amor sem apego. Só assim se segue um caminho sem amarras emocionais, cessando a angústia da perda por antecipação ou o sofrimento da partida.

Só a alma é eterna, todo o resto vem em parcelas maiores ou menores para que o caminho se faça. Vem com mais dureza ou leveza, pela resistência que criamos e pelo medo que sentimos. Chega-nos com mais clareza e mais lucidez quando deixamos de questionar o porquê do tanto que acontece na vida.



Não existe finitude. Na Vida, no Universo, no Cosmos, tudo se renova, transforma e nos impele a constantes recomeços.

Nas manhãs que nos despertam, existem inúmeras oportunidades de viver o presente.

Liberte o seu olhar e o seu coração!

Tudo à sua volta conspira para elevar o seu ser a um outro nível de consciência. Sinta e deixe-se guiar.


Direitos autorais da imagem de capa licenciada para o site O Segredo: 123rf / wavebreakmediamicro

 






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