Reflexão

“A qualidade da vida emocional depende dos que escolhemos andar ao lado” (pe. Fábio de Melo)

Em alguns momentos, talvez temos que prestar atenção em quem escolhemos para caminhar lado a lado na jornada da vida, porque nem sempre são pessoas que nos querem bem.



A maioria das pessoas gostaria de receber alguma dica de como vai ser a própria vida no futuro, uma revelação, uma premonição. Será que ficaremos bem? Nossos familiares vão seguir junto conosco? Como ficarão meus filhos e amigos? Qual o significado da vida? Qual o meu propósito na Terra? Perguntas que, quando começam a ser feitas, não têm previsão de acabar.

Isso acontece porque, basicamente, vivemos às cegas. Dúvidas como essas preenchem a cabeça de muitas pessoas, todas em busca de uma mesma coisa: a felicidade! Todos queremos ser felizes, queremos que nossa família seja feliz e que o futuro seja cheio de esperança e luz. Quando fazemos essas perguntas e pensamos em nossos objetivos, esquecemos de olhar atentamente ao redor, observando o que temos feito para alcançar esse “lugar” que imaginamos.

Cada um tem uma jornada a cumprir na própria vida, caminhos que, por mais que estejamos com outras pessoas, só poderão ser percorridos por nós.


Assim como o nascimento, em que a passagem é uma coisa única, e cada indivíduo experimenta ela sozinho, a vida e a morte também refletem essa mesma realidade. Por mais que tenhamos companhia, em alguns momentos (os cruciais) só nós estaremos ali, encarando aquela realidade.

Mas isso não significa que devemos esquecer de olhar ao redor.

A companhia que temos ao longo da vida também é muito importante. Dependendo de quem escolhemos para caminhar ao nosso lado, teremos ou não boa qualidade de vida. É importante perceber, na sutileza das ações e nas entrelinhas, se aquelas pessoas nos querem bem.

Muitas não fazem por mal, mas simplesmente não nos desejam o bem de forma involuntária. E, assim como olhamos para o outro, também devemos olhar atentamente para nossas ações. Será que eu sou uma boa companhia para aquela pessoa? Eu a ajudo, quero seu bem e colaboro para que atinja seu potencial?


Todos temos nossas facetas boas e ruins, e conviver com essa dualidade interna é o que nos torna perfeitamente humanos. Cheios de falhas, controvérsias e muito sentimento, devemos pensar que também podemos ferir o outro, atrapalhar o outro ou impedir (direta ou indiretamente) que ele evolua. Não se culpe, caso isso aconteça, procure compreender o que faz com que aja dessa forma, busque compreender a origem de seus sentimentos.

Pode ser inveja, medo, raiva, rancor, entre outros sentimentos que não escolhem quando surgir, apenas aparecem dentro de nós. E essas sensações podem ser direcionadas para as pessoas que amamos, mesmo sendo negativas. Afaste-se de quem não deseja o seu bem e busque se afastar, caso perceba que não está colaborando para o bem do próximo.

Podemos ser indivíduos cheios de falhas, mas o que nos torna belos é justamente a capacidade que temos de amar e de consertar as coisas. Então, ame! Conserte o que puder e se afaste quando perceber que ali já não há mais terreno fértil.

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