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A vida deve ser vivida com gratidão, ternura, delicadeza, fé e amor, apesar de tudo

Somos todos marinheiros de primeira viagem, quando algo que não esperávamos aporta em nosso convés. São ondas revoltas, durante uma tempestade, que nos deixam à deriva.


Muitas vezes, diante da incredulidade, não sabemos o que dizer, o que fazer, e que caminho tomar. Mas Deus tem sempre um olhar carinhoso, que nos permite acreditar que tudo podemos quando nos fortalecemos Nele.

Algumas vezes a gente quer ser forte, e tenta não chorar para não entristecer quem está ao lado. Mas há que se confessar. É difícil!

Nos momentos solitários, a gente se entristece e se recente, mas de alguma forma tenta o conforto consigo mesmo, e ele não vem. Outras vezes, para simplesmente desabafar, liga para alguém muito próximo e derrama muitas lágrimas.


Somos seres incompletos, imperfeitos, errantes. Falhamos quando, muitas vezes, não valorizamos o que temos ou quando o desamor toma conta dos nossos corações e é preciso estar sempre em vigília.

Temos a oportunidade de nos redimirmos, se acreditarmos que a vida deve ser vivida com ternura, esperança, delicadeza, fé e amor, apesar de tudo.

Podemos ser gratos pela família que temos, mesmo sabendo que nem sempre ela está de acordo com aquilo que acreditamos.


Podemos ser gratos pela nossa saúde, pelos nossos pais, pelos filhos, pelos netos, pelos amigos, por tudo, mas principalmente por ter a quem amar e por ser amado.

Se acreditarmos que somos pó da terra e um simples sopro pode nos levar para outra dimensão, esqueceremos as mágoas, a raiva, deixaremos a amargura de lado, viveremos apaixonadamente e sem medo de ser feliz.


Direitos autorais da imagem de capa: Unsplash





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