Abrace para manter-se jovem, melhorar autoestima e muito mais!

É incrível como pequenas ações diárias têm enorme repercussão sobre nossa vida e nossa saúde.

O ato de abraçar age como as vitaminas que previnem doenças. Duvida?

Você já esteve numa situação de tristeza, desespero, agonia e, depois de um abraço melhorou?

Vamos ver os benefícios do abraço:

  • Diminui o estresse.
  • Favorece a oxigenação dos tecidos, aumentando o tempo de vida das células e impedindo o envelhecimento precoce.
  • Gera sentimento de segurança e proteção. Isto acontece porque nos sentimos protegidos, apoiados e acolhidos.
  • Melhora a autoestima, pois libera serotonina.
  • Transmite energia e coragem.
  • Melhora os relacionamentos interpessoais.
  • Proporciona um sentimento de tranquilidade.
  • Fortalece a imunidade. Libera os hormônios responsáveis por combater infecções, deixando o corpo mais resistente às doenças.
  • Aumenta a felicidade, pois libera ocitocina.
  • Aumenta a libido, pois libera Dopamina.
  • Transmite compreensão e empatia, aumentando o vínculo com o outro.
  • Contribui para o bem-estar, pois libera endorfina (isso mesmo, aquela que é liberada depois de exercício físico ou quando comemos chocolate).
  • Relaxa os músculos e alivia dores.
  • Reduz a pressão arterial. No abraço, um tipo de receptor de pressão na pele, conhecido como Corpúsculo de Pacini, é ativado e envia sinais para o cérebro, que trabalha para reduzir a pressão.
  • Diminui os níveis de cortisol, conhecido como o hormônio do estresse.
  • Desenvolve o foco e a memória.
  • Emagrece (umas 12 calorias).
  • Alivia tensões, pois ativa a circulação.
  • Ajuda a cultivar a paciência e demonstrar apreço.
  • Alivia dor. Por isso, quando sentimos dor, costumamos massagear a área afetada.
  • Controla a ansiedade.
  • Ativa as emoções positivas.
  • Reduz o risco de doenças cardíacas.
  • Reduz a irritação e a apatia
  • Reduz o risco de demência, já que o cérebro encontra equilíbrio e serenidade.
  • Alivia a depressão e outras doenças degenerativas como Parkinson, pois libera dopamina.
Estes benefícios foram retirados de conclusões de experimentos realizados por profissionais especializados. Como este estudo do Dr. Shelden Cohen, que realizou um experimento com mais de 400 adultos saudáveis.

Eles descobriram que as pessoas que tiveram um bom apoio social e receberam abraços frequentes, tiveram menos, ou nenhum sinal e sintomas de infecção.

As pessoas que passaram por conflitos interpessoais e as pessoas que receberam menos abraços, apresentaram diferentes sintomas e sinais de infecção. Provaram que, abraçar pode diminuir o hormônio do stress, que inibe o sistema imunológico e aumenta os hormônios e os peptídeos que regulam o funcionamento das células do sistema imunológico.

Também como a meditação e o riso, o abraço foi considerado como atividade que relaxa e nos faz entrar no foco, nos faz viver o presente com mais intensidade.

Mas, é claro que as pesquisas comprovam isso tudo, apenas dos abraços que envolvem emoções positivas, ou situações espontâneas. Ao contrário, abraçar estranhos, ou abraços forçados, normalmente tem efeito estressante.

Durante toda minha vida profissional atendi pessoas com dificuldade de entrega no abraço, por couraças e defesas formadas ao longo da vida. Pessoas que se sentiram feridas na infância, adolescência, ou mesmo na idade adulta. Pessoas que se sentiram usadas, lesadas e desenvolveram uma “armadura” de difícil transposição. E, quando conseguiam se entregar, não só ao abraço, mas ao sorriso, ao carinho, a felicidade… a diferença era perceptível. A pele fica iluminada, os olhos brilham, a respiração acalma…

E tem mais uma notícia boa, se a gente não tem tanto contato assim com pessoas e, mesmo que tenha, a gente pode aumentar a ocitocina através do autoabraço, quer ver?

Espero que tenha repensado o número de abraços ao dia que você vai dar daqui para a frente, tanto nos outros quanto em você mesmo.

Grande e apertado abraço!

Isabel

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Direitos autorais da imagem de capa: wavebreakmediamicro / 123RF Imagens



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