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Acha que o “universo conspira contra você”? esta história budista mostra o contrário

Nem sempre as coisas acontecem do jeito que desejamos. Nossos planos dão errado, as pessoas que amamos nos decepcionam, o cardápio no restaurante não nos agrada e nossa viagem de férias não sai como planejamos. Quando enfrentamos essas situações, tendemos muitas vezes a colocar a culpa no universo e o amaldiçoamos, acreditando que ele conspira contra nós, contra nossa felicidade.



Entretanto, uma coisa que precisamos aprender é que nenhum evento externo é tão poderoso quanto nossos próprios pensamentos. Nossa qualidade de vida e tranquilidade são, em grande parte, definidas por aquilo que pensamos. Por isso, precisamos estar cientes do nosso padrão de pensamentos e torná-lo correspondente ao tipo de vida que desejamos viver.

Esta história budista explica isso com um exemplo simples e fácil de assimilar. Confira abaixo!

Um discípulo e seu mestre caminhavam por um bosque. Há algum tempo, o discípulo sentia-se  incomodado com sua mente, que estava sempre inquieta. Ele se preocupava com sua capacidade de atingir a iluminação, mas tinha vergonha de falar com outra pessoa sobre isso.

Então, um dia, quando já estava cansado de carregar esse fardo, foi até o seu mestre e o fez a seguinte pergunta:


“Qual o motivo de apenas algumas pessoas conseguirem silenciar suas mentes, enquanto outras vivem com um ruído constante que as impede de alcançar a verdade tranquilidade?”

O mestre olhou para o discípulo, deu-lhe um calmo sorriso e disse:

“Vou lhe contar uma história. Certa vez, um elefante estava parado, colhendo folhas de uma árvore. Então, uma pequena abelha voou e zumbiu perto de sua orelha. O elefante espantou a abelha para longe com as orelhas, mas ela voltou. O elefante, espantou-a novamente mas ela continuou voltando e a situação se repetiu muitas vezes.

Chegou um momento que o elefante se irritou de verdade e perguntou à abelha:


“Por que você fica tão inquieta e faz tanto barulho, será que não pode me deixar em paz e parar de me perseguir?”

A abelha lhe respondeu: “Sou muito sensível a alguns cheiros, movimentos repentinos e vibrações. Eu não posso fazer nada para evitar isso, pois é um instinto natural quando estamos em uma situação de perigo em nossa colmeia. Nessas situações, nosso sistema defensivo é ativado. Você é quem está me ameaçando. Se ficar quieto, eu também ficarei.”

O mestre continuou, dizendo: “Nessa parábola, o elefante é nossa mente e a abelha nossos pensamentos. Em muitos casos, fazemos como o elefante. Temos atitudes que despertam a inquietude e nos tira do estado de tranquilidade. Quando aprendemos a controlar nossas atitudes, controlamos também as situações negativas em nossas vidas.” 

Essa é uma poderosa mensagem, pois nos ensina que, ao invés de reclamarmos do que nos incomoda, devemos tentar entender o que está provocando a situação e qual nossa responsabilidade nisso, fazendo a nossa parte para melhorar as coisas.


Direitos autorais da imagem de capa licenciada para o site O Segredo: goodze / 123RF Imagens

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