Comportamento

“Admiro as mães, mas não quero”: aos 33 anos, a atriz Angelique Boyer prefere a carreira a filhos

A atriz foi bastante sincera sobre o seu relacionamento com a maternidade. Confira!



Apesar de a maternidade, por muito tempo, ter sido vista como peça fundamental na vida das mulheres, sem a qual jamais poderiam se considerar “completas” ou felizes de verdade, atualmente muitas não sentem mais a “obrigação” de ter filhos, seja para serem aceitas pela sociedade ou mesmo para manterem os seus relacionamentos românticos.

Cada vez mais, muitas mulheres têm deixado claro que não pensam em ser mães tão cedo e exigido respeito e aceitação daqueles ao seu redor por essa decisão.

Seu posicionamento é abordado com bastante sinceridade, e elas não se desculpam por escolher o que acreditam ser melhor para sua vida.


Angelique Boyer é uma das mulheres que têm usado a voz para dizer que não encontram um espaço para os filhos em sua vida. Em uma entrevista ao MamásLatinas, no fim de 2019, a atriz francesa diz que as crianças não aparecem em seus planos.

Por estar num relacionamento com o argentino Sebastián Rulli há vários anos, muitas vezes, ela é questionada por que ainda não tiveram um filho, e a atriz deixou a razão muito clara: ela simplesmente não quer.

Direitos autorais: reprodução Instagram/@angeliqueboyer.

Na entrevista, Boyer citou alguns motivos para justificar a sua preferência por uma vida sem crianças, entre eles, está a sua carreira, que classifica como “muito exigente”, fazendo-a passar muitas horas nas filmagens, muitas vezes, sem uma rotina bem definida.


No entanto, sua escolha pessoal não a faz desmerecer a missão e as responsabilidades daquelas que optam por ter filhos e serem mães em tempo integral. Boyer deixou claro que respeita e admira essas mulheres, e ainda citou o exemplo de suas colegas de trabalho, que conciliam as suas missões.

Por testemunhar tão de perto a dedicação que a maternidade exige, especialmente quando unida a outras responsabilidades, a atriz disse que sabe que não é algo que deva fazer “inconscientemente”.

Direitos autorais: reprodução Instagram/@angeliqueboyer.

Boyer, que é apoiada pelo parceiro em sua decisão, não descartou totalmente a maternidade e disse que é algo que sente que surge com o instinto e na hora certa, mas por enquanto não deseja fazer parte do grupo das mães.


A maternidade é muito mais do que um “conto de fadas”, pois envolve um compromisso para a vida da parte das mulheres, por isso não deve ser romantizada. A escolha em se tornar mãe ou não exige muita reflexão, e toda mulher tem o direito de assumir essa responsabilidade tão séria apenas quando se sentir verdadeiramente preparada.

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