Comportamento

África tem primeira aldeia exclusiva para mulheres. Elas podem viver em liberdade e com segurança!

A aldeia permite que mulheres encontrem refúgio e segurança em uma região tão violenta. Entenda!



Como podemos observar diariamente em jornais e demais canais de informação, a segurança das mulheres é uma pauta muito importante e merece atenção em todas as partes do mundo.

Todos os dias, muitas mulheres são vítimas dos mais diferentes tipos de violência, que tiram sua dignidade e estabilidade emocional, interferindo diretamente em sua qualidade de vida.

Na maioria das cidades e países, as mulheres precisam lutar muito para conseguir apoio do governo ou da população, mas em uma aldeia africana do Quênia, elas são muito bem recebidas e podem viver em segurança, longe da violência tão característica de sua região.


Em um artigo, a CNN fala sobre a Aldeia Umoja, no Condado de Samburu, Quênia.

Em 2019, quando o artigo foi publicado, 48 mulheres viviam com seus filhos no local, que é composto por cabanas protegidas por arbustos espinhosos, mantendo intrusos afastados.

A aldeia Umoja foi fundada em 1990, por 15 mulheres que sofreram violência sexual de soldados britânicos e foram estigmatizadas em suas comunidades. Algumas das sobreviventes foram expulsas pelos maridos, que as acusaram de levar desonra para a família.

Direitos autorais: reprodução Observer/The Guardian.


O local é como um refúgio para as mulheres que fogem de casamentos abusivos, com diferentes tipos de agressão.

Todas as mulheres da vila fazem parte da cultura samburu, mencionada no artigo como extremamente patriarcal, que pratica a mutilação genital. Elas chegam ao local com as mais diferentes idades e constroem suas vidas no local.

As mulheres podem levar seus filhos criança para o local, mas quando completam 18 anos, precisam deixar a aldeia.

A sobrevivência se dá através do artesanato. As mulheres fazem os colares redondos de miçanga tradicionais das samburus e os vendem para arrecadar dinheiro para sua comunidade.


Direitos autorais: reprodução Observer/The Guardian.

O dinheiro é entregue à matriarca da aldeia, que o redistribui às famílias, de acordo com a quantidade de filhos. Parte do dinheiro também é investida na educação, especialmente das meninas.

As mulheres de Umoja também operam um acampamento para turistas que fazem safári em uma reserva vizinha, o que colabora para a renda da aldeia. Além disso, elas recebem doações dos mais diversos lugares do mundo.

Direitos autorais: reprodução Observer/The Guardian.


Alguns homens tentam invadir a aldeia, inclusive maridos de mulheres que fugiram da cultura violenta à qual eram submetidas. Quando isso acontece, as habitantes de Umoja notificam a polícia local, e os homens recebem advertências ou são presos, de acordo com o número de crimes cometidos.

No entanto, apesar de ter trazido inúmeros benefícios a essas mulheres, a aldeia tem os seus críticos, que não concordam com seu modo de vida.

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