Família

Alexandra Richter disse que chegou a produzir leite quando adotou a filha: “Gravidez da alma”

A atriz deu uma declaração emocionante sobre o vínculo com a filha.



Falamos muito sobre o poder da adoção e das grandes transformações que pode nos proporcionar receber uma criança ou jovem em nossa vida. Isso porque essa é uma experiência incrível, que nos ensina muito sobre a vida, sobre o poder do amor e nós mesmos, à medida que vamos nos redescobrindo.

Adotar é criar um espaço no coração para mais uma pessoa e aprender a desenvolver um novo tipo de amor, completamente livre de interesse, em que nos colocamos na posição de apoiadores que, ao mesmo tempo em que ajudam, também são poderosamente ajudados.

Aqueles de nós que já descobrimos as maravilhas da adoção sabemos muito bem todos os benefícios que podem nos proporcionar. Nesse grupo, incluem-se pessoas e famosos que resolveram trazer ainda mais beleza e amor para suas famílias por meio desse nobre ato de amor.


Já contamos por aqui sobre diversos artistas que adotaram filhos, como Marcello Antony, Giovanna Ewbank e o marido Bruno Gagliasso, Carol Nakamura, entre muitos outros, e hoje falaremos sobre mais uma dessas pessoas, Alexandra Richter.

A atriz, conhecida por diversos papéis, entre eles o de Iesa, irmã de Dona Hermínia (Paulo Gustavo), em “Minha mãe é uma peça”, adotou Gabriela, atualmente com 17 anos e cursando Medicina, quando tinha apenas 3.

Recentemente, Alexandra falou um pouco sobre a relação que compartilha com a filha numa entrevista ao podcast “Prazer, Renata”, apresentado pela jornalista Renata Ceribelli.

Direitos autorais: reprodução Instagram/@alexandrarichteroficial.


Alexandra explicou que a maternidade sempre foi um desejo seu e que não se imaginava vivendo sem ter um filho. No entanto, segundo ela, sempre intuiu que seria mãe adotiva, pois nunca se viu grávida, exatamente por isso optou por não fazer fertilização [in vitro].

No entanto, mesmo que o seu corpo não tenha gerado um filho, a conexão com Gabriela foi tão forte, que desencadeou algo muito especial, inclusive Alexandra chegou a produzir leite materno por conta da convivência com a menina.

Ela relatou que passou anos produzindo leite, ou uma “gravidez da alma”, como descreve o fenômeno. A atriz também contou que, apesar de só ter conhecido a filha anos depois do seu  nascimento, acredita que é a sua mãe desde o dia em que ela nasceu.

Para a atriz, os três anos em que ficaram separadas representam o amadurecimento do que chamou de “encontro de almas”. Que relato especial. Ele mostra, com muita verdade e emoção, que a adoção é algo incrivelmente poderoso!


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