Comportamento

Alinne Moraes causa revolta ao bater em criança em cena de “Um lugar ao Sol”

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As opiniões ficaram divididas nas redes sociais, e muitos usuários se chocaram ao perceber que muitas pessoas apoiam a agressão infantil.

A cena pauta de polêmica nas redes sociais mostra uma discussão de Bárbara e Luan, personagens interpretados por Alinne Moraes e Miguel Schmidt, que foi ao ar no dia 28 de dezembro, na novela “Um lugar ao Sol”. A vilã dá um tapa no rosto da criança durante uma briga, o que dividiu opiniões na web.

Tudo aconteceu porque Luan quebrou um abajur e se recusou a pedir desculpas, revoltando Bárbara, que puxou o menino pelo braço. O pequeno se impôs e a chutou na perna. Incrédula com a reação do menino, a personagem tenta novamente puxá-lo, mas recebe outro chute, o que a motiva a dar um fortíssimo tapa em seu rosto.

No Twitter, o público imediatamente se lembrou de outra vilã que Alinne Moraes fazia, a Silvia, em “Duas caras”, também considerada o “terror das crianças”. Mas o que mais causou estranhamento foi a insistência de alguns internautas em defender a agressão infantil praticada pela personagem Bárbara, inclusive reforçando que “fariam muito pior”.

Assim que a cena foi compartilhada no perfil do Twitter da Rede Globo, muitos usuários passaram a repostar a publicação, mostrando uma divisão entre os que acham inadmissível a agressão infantil e os que apoiaram a personagem, ainda dizendo que ela deveria ter batido ainda mais na criança.

2 Alinne Moraes causa revolta ao bater em crianca em cena de Um lugar ao sol

Direitos autorais: Reprodução / Twitter

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A novela “Um lugar ao Sol” estreou na Rede Globo em horário nobre, e estava prevista para ir ao ar em 2020, mas como a emissora recebeu fortes críticas por não respeitar o momento global da pandemia, acabou recuando. Alinne Moraes explica que, na ocasião, enquanto gravavam as cenas, sentiu o processo todo marcado por incertezas, rigidez nos protocolos e pausas no trabalho.

“Um lugar ao Sol” estreou na faixa das 21h, em 2021, substituindo “Amor de mãe”. O protagonista é Cauã Reymond, que vive um dos gêmeos que foram separados, em que um vive numa família rica, mas é viciado em drogas, e troca de lugar com o irmão, que cresceu num orfanato.

A Lei nº 13.010/2014, também chamada de “Lei da Palmada”, estabelece o direito da criança e do adolescente de serem educados e cuidados sem o uso de punições físicas ou tratamento cruel e degradante. A lei também reconhece o castigo físico como uma “ação de natureza disciplinar ou punitiva aplicada com o uso da força física sobre a criança ou adolescente” que resulte em sofrimento físico ou lesão.

Tratamento cruel e degradante é visto como qualquer “conduta ou forma cruel de tratamento em relação à criança ou ao adolescente” que os humilhe, ameace gravemente ou ridicularize. Vale lembrar que qualquer pessoa que esteja encarregada de cuidar da criança e/ou do adolescente pode ser punida, caso seja agressiva, podendo ser encaminhada a programa oficial ou comunitário de proteção à família, encaminhamento a tratamento psicológico ou psiquiátrico, programas ou cursos de orientação, obrigação de levar a criança a um tratamento especializado e advertência.

Qualquer caso de suspeita ou confirmação de castigo físico, tratamento cruel ou degradante e de maus-tratos contra crianças e adolescentes serão obrigatoriamente comunicados ao Conselho Tutelar. Além disso, é extremamente importante todas as pessoas se comprometerem em não permitir que a violência infantil seja alimentada, exercitando a cidadania diariamente.

De acordo com um levantamento do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, 81% dos casos de violência contra crianças e adolescentes ocorrem dentro de casa. No primeiro semestre de 2021, houve 50.098 denúncias por meio do Disque 100, um dos canais da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos.

Violência contra menores:


Se você presenciar um episódio de violência contra crianças ou adolescentes, denuncie-o o quanto antes pelo número 100, que está disponível todos os dias, em qualquer horário, seja por meio de ligação ou dos aplicativos WhatsApp e Telegram.
O mesmo número atende a denúncias sobre idosos, pessoas com deficiência, pessoas em restrição de liberdade, população LGBT e população em situação de rua, além de denúncias de discriminação étnica ou racial e violência contra ciganos, quilombolas, indígenas e outras comunidades tradicionais.

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