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Almir e Gabriel Sater sobre cena em Pantanal: “Tocávamos todos os dias”

Foto: Reprodução
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Almir e Gabriel Sater, pai e filho, em entrevista eles falaram sobre a cena do duelo de viola na novela “Pantanal”, que fez sucesso na última semana.

Na cena, Eugênio, personagem de Almir Sater, e Trindade, vivido por Gabriel Sater, protagonizaram um desafio musical que encantou o público.

Gabriel contou que eles se prepararam para o duelo durante muito tempo: “Fui ano passado para o Pantanal me preparar, e a gente tocava todos os dias o famoso duelo. Criamos ele por lá. Quando ele começa a acelerar os dedos (na viola), é impressionante. Vem uma bagagem de mais de 40 anos de viola”.

“Acho que é um filho melhor do que eu, como pai. Estou aprendendo cada vez mais a ser um pai”, diz Almir.

Pai e filho afirmaram que não imaginavam que a cena faria tanto sucesso na internet. O diretor Davi Lacerda, responsável por dirigir a cena com uma equipe de 120 pessoas, falou sobre a repercussão: “Todo mundo orgulhoso de estar participando daquele momento. Para televisão aberta, foram muitos minutos no ar. Foi muito bonito de ver”.

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Direitos autorais: Arquivo pessoal

Almir Sater não queria voltar às novelas

O jejum de 16 anos que Almir Sater, 65 anos, manteve das novelas não se deu por acaso. Afastado do gênero desde 2006, quando atuou em “Bicho do Mato” (Record TV), ele admitiu que não tinha qualquer intenção de voltar ao gênero favorito do público da TV.

Realmente, não estava mais nos meus planos. Eu sou músico, e a novela prende muito a gente e acaba atrapalhando. Quando estamos numa, até tocamos pior. Com ‘Pantanal’ agora nem tem sido tanto assim, porque eu tenho tocado muito nas cenas e nos bastidores”, explicou o ator e cantor, que atualmente vive o chalaneiro Eugênio no remake da trama de Benedito Ruy Barbosa, em entrevista.

Sobre a participação do filho na trama, ele lembra que Gabriel acompanhou parte das gravações da primeira versão quando era criança.

“Agora, a gente chegou a conversar sobre o personagem, mas achamos melhor não falarmos muito para que ele possa encontrar o caminho dele para o Trindade”, contou.

O pai coruja, aliás, é só elogios aos dotes artísticos do herdeiro. “Ele é um menino muito talentoso e o seu instrumento de origem é violão erudito. Começou a estudar viola com mais afinco para o personagem e está tocando muito bem”.

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