Pessoas inspiradoras

Alunas acampam mais de um mês na casa de professora que perdeu o filho tragicamente para apoiá-la!

Karenn perdeu seu filho em um trágico atropelamento, mas ela e a família receberam apoio de alunas, que fizeram questão de confortá-las em um momento tão difícil.



Quando passamos por momentos críticos ou de muita tristeza, muitas vezes, a única coisa que queremos é a companhia de alguém para ajudar a curar aquela dor. Existem algumas ocasiões que nada podemos fazer para acelerar o processo de cura, apenas seguir vivendo, sabendo que temos o apoio e o amor de pessoas queridas e próximas.

A professora Karenn Ramísia perdeu o filho em um trágico atropelamento, no dia 4 de janeiro deste ano, quando ele andava de bicicleta, no litoral de Itapirubá Norte, em Santa Catarina. O motorista de um caminhão, de 64 anos, alega que não viu o menino enquanto manobrava o veículo para descarregar areia no local, mas acabou subindo na calçada e atingindo-o.

Aos 46 anos, a professora se viu com sede de justiça e muita tristeza pela perda de um filho tão amoroso e feliz. O luto é persistente, mas ela, sua filha Luiza, de 20 anos, e seus pais receberam emocionante apoio da comunidade escolar.


As colegas de escola de Luiza decidiram acampar na casa da família por mais de um mês, levando companhia, refeições, flores, chás, enquanto as mães das alunas se organizaram para pagar a terapia de Karenn.

Os pais de Karenn estavam com João no momento do acidente, e ficaram extremamente abalados com a morte do neto, tanto que nem sequer conseguiam ficar de pé. As alunas então usaram esses momentos para contar piada, criar um ambiente de descontração e devolver novamente a vida ao lar, que tinha sumido com a morte do menino.

Em uma publicação no Instagram, a professora agradece a todos que fizeram parte desse momento tão único.

Direitos autorais: reprodução/arquivo pessoal.


A família recebeu inúmeras mensagens de afeto, e ela acredita que só assim tem sido possível passar por esse momento tão difícil, em que a distância do filho, o luto e a certeza de que ele partiu injustamente tomam conta de seus pensamentos.

Karenn busca justiça para o filho e acredita que muita coisa aconteceu de maneira indevida no processo, que segue em aberto, apesar de ter ocorrido à reconstituição.

Direitos autorais: reprodução/arquivo pessoal.

A professora denuncia que na reconstituição, o local estava totalmente diferente, e alerta que isso pode modificar totalmente o andamento do processo e as conclusões dos peritos.


Karenn abriu uma vaquinha on-line para instalar outdoors pela cidade, fazendo com que o caso fique em evidência para, quem sabe, pressionar as autoridades por respostas.

Direitos autorais: reprodução/arquivo pessoal.

Por mais que sinta dor pela perda do filho, ela conta que pretende criar uma campanha nacional para que caminhões de grande porte tenham câmeras de segurança tanto laterais quanto de ré e frontais.

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