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“amar’’ no século xxi:

Amar requer coragem e hoje em dia as pessoas são meio covardes, explico: no Século XXI, pra grande parte das pessoas mostrar-se disponível é errado, amar virou banalidade.



Apesar de o mundo ser feito de superfícies, relacionamentos não o são, para se amar alguém, você tem que conhecê-la.

Atualmente, pronunciam um “eu te amo” como se fosse um “bom dia”, e o que alegam? Dizem que o amanhã é incerto, e que temos que amar como se não houvesse amanhã.

Concordo, mas beijo e sexo não são promessas de casamento, então pra quê falar“eu te amo”, se nem sabe o que significa amor?


AMAR NO SECULO XXI - FOTO 01

É a doença do século XXI, esquecer que amou, porque no hoje, o amor já não é mais o mesmo que foi ontem. 

Vivemos um amor qualquer, que nem merecia ser chamado de amor, e deixamos para trás um amor inédito. 

Guiados pelo imediatismo queremos tudo agora, ou melhor, pra ontem.


Trocamos um relacionamento quase a ponto de acreditar no “para sempre” por um que nos faz entender o “só mais uma noite”, afinal, a moda hoje em dia é ter um relacionamento curto e vazio.

Acho que todos merecem sentir pelo menos uma vez o amor.

Pode sim ser calmo, pode ser devagar, pode ser em um sábado à tarde, nos lençóis da cama bagunçados, em um emaranhado de sentimentos.

Mas também pode ser avassalador, aquele amor com urgência, amor que devasta.


Aquele amor que não precisa de semânticas diferentes pra fazer valer a pena.

Pode ser do jeito que for, desde que seja realmente, amor.

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