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Amar sem beijo na boca…

AMAR SEM BEIJO NA BOCA

Quem nunca beijou? Quem nunca sentiu seus lábios tocar a pele de outrem? Quem nunca deu um beijo repenicado num objeto? Quem nunca atirou beijos para o ar que foram apanhados pelo vento? Quem nunca beijou no rosto para cumprimentar?



Pois é, beijar pode ser tão normal como dar um aperto de mão nos dias que correm. Mas beijar é muito mais do que um ato físico de expressão de carinho ou de respeito. Beijar é uma arte secreta de tocar com os lábios a alma de alguém.

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Sabemos que os lábios são um pedaço de pele com uma infinidade de terminações nervosas e, por isso mesmo, extremamente sensíveis. Os lábios representam a entrada da boca, o canal vital da nossa sobrevivência.


É através da boca que comemos, que respiramos e que falamos. A boca pode ser a criadora das mais belas ilusões e a destruidora dos sonhos mais realistas. Com a boca podemos manifestar o nosso espírito, a nossa beleza interior ou fazer emergir a nossa sombra mais negra.

Há vários tipos de beijo e muitos são os seus significados: sinal de afeto, expressão de carinho e de amor, sinal de respeito ou ritual religioso. Quem nunca viu um católico beijar o pé do Papa ou uma mãe afetuosa beijar o seu bebé querido?

Entre nós, os ocidentais, é muito comum o beijo romântico como símbolo de amor, de carinho. No início das relações amorosas, o beijo pode dizer tudo. Se não acertarmos no beijo, saberemos que em pouco iremos acertar com aquela pessoa. Podem passar-se anos de namoro, até mesmo de casamento, mas se até na hora do amor não houver mais beijo, já não é amor.

Falo de beijo na boca, aquele beijo molhado que se demora por dentro da alma. Não me falem da inércia da rotina que os anos roubaram. Nem da pouca emotividade que os homens têm em relação às expectativas românticas das suas parceiras. Isto é uma história de amor.


E se o beijo na boca acabou na hora de amar, então o amor acabou. O ato que poderia ser de troca energética elevada, passa a ser apenas uma troca de energia egoísta. Tudo o que gira à volta De uma relação sem amor é pura química física, é animal e instintiva.

Beijar a alma é amar com o coração. É unir dois corpos no abraço de um beijo, numa ligação que vai além do físico para fundir duas energias numa só. Beijar a boca é beijar essa alma que se entrega nos braços da outra, sendo a consumação a sequência natural dessa frequência energética elevada.

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Quando duas bocas se beijam assim criam juntas a energia do amor. Um amor livre e ousado, sem preconceitos, que constrói a segurança e a confiança do casal. Intimidade sem beijo na boca está longe de ser amor.


Fazer as pazes conosco é o mais belo trabalho de cura!

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