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Amor com amor se paga. Devemos analisar, aproveitar e pagar com amor todas essas delicadezas que nos são oferecidas

Amar é um ato de coragem, de desapego, de humildade e servidão.



O amor é algo tão grandioso mas, às vezes, tão sutil, que nem o percebemos, mas ele está presente, mesmo nas pequenas atitudes, nos detalhes, no olhar e até nas palavras que não foram ditas, mas eternizadas em nosso coração. Amar é um ato de coragem, de desapego, de humildade e servidão.

O verdadeiro amor, o mais sublime sentimento, não aquele mundano e cheio de paixão, aquele fugaz e orgulhoso, mas o verdadeiro, aquele incondicional e filantrópico, que pensamos nunca encontrar ou que existe apenas na ficção, muitas vezes, é tão discreto que não o percebemos, mas está ao nosso redor todo o tempo.

“Love is in the air” sim!

Por mais guerras, conflitos, violência, catástrofes que existirem, o amor sempre estará ao nosso redor, lembrando-nos de que podemos – e devemos – ser melhores. Mas nós estamos cientes disso ou estamos nos brutalizando e banalizando nossos sentimentos e nosso coração?


Esse amor sem vaidade e sem interesse está presente nas mensagens que recebemos. Sabe aquele grupo da família de que você quer sair, porque não suporta tantas mensagens por dia? O amor está ali dizendo “bom dia”. Está presente no colega de trabalho, que vai buscar café e traz um para você; no marido, que acorda mais cedo e deixa o café preparado; na esposa, que passa a camisa no calor de 40 graus; no filho que faz aquele desenho caprichado e escreve “eu te amo”; no colega, que tira foto da matéria no quadro e manda pelo Whats ou liga para saber por que você faltou.

O amor está naquele bolo de laranja feito pela avó; no telefonema da mãe para saber se você pegou chuva à saída do trabalho ou se já chegou em casa; na preocupação do pai, mesmo quando você já tem idade para se cuidar sozinho.

O amor está até mesmo no desconhecido que lhe sorri ao passar por você na rua; na senhora que se senta ao seu lado, no banco, e lhe conta a “vida”; no motorista do ônibus que, vendo a sua corridinha para não perder a condução, o espera; na caixa do supermercado; no motorista do aplicativo; no porteiro do prédio. O amor está presente em forma de gentileza, de atenção, de servidão, mas nós não o percebemos.


Não percebemos porque estamos ocupados, porque pensamos que é obrigação do garçom nos servir bem, é dever do motorista esperar, a senhora chata do banco é carente, por isso quer conversar com alguém, o motorista do aplicativo deve ser bem educado ou o avaliarei mal. Temos explicação para tudo, quando na verdade poderíamos desfrutar e agradecer esses “carinhos” diários que recebemos.

Se pudéssemos pagar o amor, como seria? Acredito que o amor com amor se paga. Então poderíamos desacelerar um pouco e retribuir as gentilezas que recebemos diariamente.

Acredito que estamos vivendo em um mundo acelerado, que nos cobra cada vez mais, um mundo que nos faz ser desconfiados e rudes e, muitas vezes, não observamos nada além dos nossos boletos, nossas crises existenciais, nossos problemas, nosso próprio ego. Mas devemos analisar, aproveitar e pagar com amor todas essas delicadezas que nos são oferecidas.

 

Direitos autorais da imagem de capa licenciada para o site O Segredo: Aleksandr Davydov/123RF Imagens.

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