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Amor de carnaval…

O carnaval acaba acordando nossa alegria, nosso desejo, nossa euforia. Quem está triste se contagia, que está solteiro pode encontrar companhia.



Por entre blocos e sambas, as cantadas, os beijos e os encantamentos sempre acontecem e não nos fazem nenhum mal, pois são amores de carnaval.

Chegam despretensiosos, são só contentamento, não costuma durar muito, pois são amores de momento.

Os amores de carnaval são efêmeros, etéreos e há poucas chances de fincar raízes. Por essa mesma razão, também não deixarão  cicatrizes.

“O surdo escutou e o meu coração borin, a cuíca gemeu, será que sou eu, quando ela passou por mim” na canção dos Tribalistas, encontramos uma pergunta pertinente: será quem somos nós quando eles e elas passam pela gente?

No carnaval podemos usar todas as fantasias possíveis, de Mulher Maravilha, de Odalisca e de sereia, nenhuma delas apagará quem somos e quando o carnaval passar, algumas amores não farão mais sentido.


Só restará a memória do que foi vivido.

Depois da ressaca de confetes e serpentinas, todos tiram as máscaras, se despem da purpurina e voltam às suas rotinas.

Acanhados pelos beijos, pelos galanteios e paqueras, mas a vida não é uma quimera.


E, na quarta-feira de cinzas esses amores se enterram, junto com as ilusões de que nossa felicidade de carnaval era real.

Enquanto estivermos vestidos de fantasias seja no corpo ou na alma, só viveremos amor de carnaval.

Mas acredite: só é amor de verdade o que vivemos com a nossa alma despida e nua.

Escolha o amor que quer viver e bote seu bloco na rua.

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Texto escrito com exclusividade para o site O Segredo. É proibida a divulgação deste material em páginas comerciais, seja em forma de texto, vídeo ou imagem, mesmo com os devidos créditos.




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