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Amor irreversível: é um amor que parece maior do que ele é, é uma insistência, é uma fé!

Enquanto viver em tempos modernos torna-se cada dia mais difícil, em tempos de tantos discursos de ódio, falar de amor sempre é uma chance de nos salvarmos.



Ao assistir o maravilhoso filme Monsieur e Madame Adelman, nós nos deparamos com um amor irreversível e todas as nuances que existem dentro de um amor assim.

Mesmo na loucura, na traição e no abandono, ele não arreda o pé.

É um amor que parece maior do que ele é, é uma insistência, é uma fé, porque sem ele parece que deixamos de ser quem a gente é.

É um amor que nos amedronta por fenecer nossas defesas e nos mostrarmos nus, frágeis, inseguros, quando queríamos a vaidosa admiração de sermos perfeitos aos olhos do ser amado.


Mesmo assim, o amor irreversível é uma escolha. Aliás, quando um amor desses entra em nossa vida, torna-se um caminho sem volta. Só seguiremos caminhando com passos certos, nessa estrada. Andamos em círculos e ao mesmo tempo caminhamos para frente. Na escolha permanente pelo amor irreversível crescemos ao redor de nós mesmos.

Somos um caminho que se faz caminhando mesmo que não saibamos ao certo se iremos chegar à lugar algum.

A palavra irreversível parece uma sentença de morte. E, talvez seja. Um amor irreversível é aquele que chega para ser eterno e nos tira o sabotador interesse pelo universo do descompromisso que nos cerca e parece tão mais esfuziante.

De tempos em tempos o tédio até nos visita, olhamos ao redor, mas a busca infantil por sensações e prazeres efêmeros, nos traz a estranheza, de que estamos traindo a nós mesmos, dando-nos a falsa ideia de que fugir é nos libertar.


A traição, caso aconteça, não é ao outro, é ao irreversível que existe dentro de nós. Onde nosso coração fincou raízes e em nenhum outro lugar do mundo irá se encontrar. Na distância estaremos mais presos ao que não somos, como quem viaja, mas sabe que precisa voltar para casa.

Ser livre é deixar se prender ali, ao irreversível, ao eterno, como quem se rendeu ao pouso certo e manso do abrigo.

Mas como reconhecer um amor irreversível?

É aquele que bagunça toda sua vida, mas, sobretudo, ele o faz rir!

Onde quer que você esteja ou com quer que você esteja é com ele que você quer ir embora, ficar sem segui-lo é cavar o buraco da sua própria existência e perder-se de tudo… irreversivelmente.

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Texto escrito com exclusividade para o site O Segredo. É proibida a divulgação deste material em páginas comerciais, seja em forma de texto, vídeo ou imagem, mesmo com os devidos créditos.




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