Amor para além do tempo…

Amor melhor não há do que aquele que sempre conseguiu se renovar, renovar e renovar.

E se inovar… para no final ainda mais se amar.



Normalmente admiramos aqueles lindos casais que estão juntos há muitos anos, às vezes, cinquenta ou mais; são casais que passaram por diversas provas e continuaram se amando e renovando esse amor. Criaram seus filhos e os veem criarem os próprios; é muito belo ver a descendência perdurar, saber que tudo que foi feito valeu a pena, e vai sempre valer.

A partir do momento que nós damos conta que amamos uma pessoa e que esta pessoa nos ama, passamos então a lutar mutuamente pela realização e duração deste amor.

Os primeiros meses normalmente são incríveis: juras de amor, infinitos beijos e promessas de um futuro lindo de um ao lado do outro; mas ai vem as adversidades, o descobrimento dos pontos negativos do outro, os fatores externos que tentam atrapalhar constantemente o relacionamento, sendo esses: pessoas mal intencionadas ou situações indesejadas. Tudo isso sempre haverá, mas temos que ser fortes e conscientes perante isso.


A confiança é necessária em um relacionamento, sempre temos que ter confiança e claro, respeito

Dando seguimento ao namoro, mais para a frente vem o noivado e o casamento, sendo tudo isso de praxe mas, não necessariamente, de todo casal. Vem então a necessidade de manter a casa em ordem, criar e dar educação aos filhos que possam vir; trabalho, casa, família: responsabilidades. É necessário manter tudo, mantendo também o fogo da paixão e o mútuo amor entre o casal para que este não entre na monotonia.

Vem ano, vai ano; vem inverno, vai verão; os anos passam e quando o casal se dá conta seus filhos já estão grandes e querem alçar voo por conta própria, eles já têm total capacidade e vontade de sair de casa, arrumar um emprego e formar sua própria família; o casal, sem entender muito bem, pergunta-se: o que aconteceu? cadê aquele menininho/ menininha que corria pelo pátio e voltava chorando com o joelho ralado para se acalmar em nossos braços? E aquele/a adolescente que chegava frustrado/a em casa depois de uma amizade quebrada ou de um namorico rompido? Cresceu, virou homem/mulher e agora terá seus próprios desafios para enfrentar, seus próprios amores para viver, um amor especial; terá filhos e verá seus filhos tendo filhos.

O casal se olha, agradecendo um ao outro pelo companheirismo, cumplicidade, carinho, e claro, amor.


Amor que o outro lhe reservou mesmo em meio a problemas e desentendimentos, na saúde e na doença, na pobreza e na riqueza até que… bem, talvez a morte os separe.

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Direitos autorais da imagem de capa: olegbreslavtsev / 123RF Imagens

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