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Amor-próprio: a maior fonte de amor que temos!

Quantas pessoas você conhece que vivem a reclamar de seus parceiros amorosos?

Sempre há uma amiga que nos pega de jeito para desabafar de seu companheiro. Pode ser sobre a frieza dele, sua forma rude de falar ou reagir a determinadas situações, o não prazer nas trocas de carinho…um vazio e, certamente, a pior solidão é a solidão a dois. Porque sozinhos podemos ser excelentes companhias para nós mesmos, e quando isso acontece, chamamos de solitude.


Osho já disse que apenas quem desfruta da solitude é capaz de apreciar uma companhia porque a pessoa já se curou de muitos medos! O medo assombroso da solidão, o medo da rejeição, o medo da falta de aceitação, o medo de ser você mesmo. Na solitude enfrentamos cara a cara esses medos.

Assim, quando partimos para um novo relacionamento amoroso, partimos de lugar muito sincero dentro de nós: da verdade do nosso coração.

Porém, como acolher as amigas que estão sofrendo em seus relacionamentos? Sendo que elas muitas vezes estão tão acostumadas com o descontentamento que nem se dão conta que estão em profundo sofrimento.

Orientá-las sobre o amor-próprio, que é a maior fonte de amor que temos. A começar pela meditação, um espaço interno para ouvirmos nossos sentimentos; desintoxicar-se do que não nutre a alma: alimentos, músicas (aquelas deprês que reforçam crenças de sofrimento), séries / novelas (que reforçam a vítima egoica) e até algumas pessoas ou situações (como almoços de família, que forçam uma fachada).


Passear na natureza, dançar, exercícios respiratórios, cantar, uma atividade criativa são algumas atitudes que podem servir de ponte para a reconexão com o amor-próprio dessas mulheres. Por fim, acolha-as, com um elogio ou uma caneca de chá.

Como diria Rita Lee: “Toda mulher quer ser amada, toda mulher se faz de coitada, toda mulher é meio Leila Diniz.”


Direitos autorais da imagem de capa licenciada para o site O Segredo: 123RF Imagens/lovevision.






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