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Amor: sentimento incondicional, que não acaba, não precisa de motivos nem autorização do outro para sentir

Segundo o padre Fábio de Melo diz em um dos seus vídeos: “Você só pode dizer a alguém ‘eu amo você’ depois de ter dito infinitas vezes, a esse mesmo alguém, eu perdoo você. Apesar de ter errado tanto, você continua sendo especial para mim.”


Amor, sentimento puro e incondicional. Aquele que de fato sobrevive, mesmo diante das decepções, mesmo sem reciprocidade, até mesmo sem a presença física.

A essência desse amor é imutável, não depende de condições. Como exemplo podemos citar o amor de Deus para com seus filhos ou o amor de uma mãe para com um filho delinquente, ela pode não concordar com ele, mas o amor está lá, resiste aos constantes dissabores.

Já outro sentimento frequentemente confundido é aquele que envolve uma troca. Este, geralmente depende de condições, como reciprocidade, química, fidelidade entre outros.


Um exemplo típico é o “suposto” amor entre um casal, que até pode ser o amor em sua essência, pode ser intenso, necessário e indispensável para a vida, mas se uma das partes der uma “derrapada”, “pisar na bola”, já era!

Pode acontecer de o amor continuar ali, mas a pessoa machucada opta pela separação, ofusca esse amor e o carrega por toda a vida.

Às vezes, até consegue sublimar, verter a energia para outro campo.

Mas existem aqueles que deixam de amar por conta de coisas banais. Será que era de fato amor?


Pois é, quando o “pretenso amor” depende de condições, torna-se mais uma questão de semântica, preciso “nomear”. Na verdade, quando queremos expressar que “gostamos muito” a palavra “amor” se enquadra na potencialização do sentimento, contudo, é provável que seja só “gostar muito” mesmo, paixão, bem-querer, hábito, um sentimento bom, mas não amor, pelo menos não a essência do amor verdadeiro, aquele que não acaba, não precisa de motivo, nem sequer autorização do outro para sentir.

Segundo o padre Fábio de Melo diz em um dos seus vídeos: “Você só pode dizer a alguém ‘eu amo você’ depois de ter dito infinitas vezes, a esse mesmo alguém, eu perdoo você. Apesar de ter errado tanto, você continua sendo especial para mim.”

A essência do amor verdadeiro prescinde o merecimento, ama porque ama, por vezes, ama, mesmo sem querer amar.


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