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Caso Henry: Ana Carolina, mãe de Isabella Nardoni, manda mensagens de apoio a pai do menino

Mãe da menina de 8 anos, morta em 2008, trocou mensagens com Leniel. Saiba mais!



A morte do menino Henry, de 4 anos, no último dia 8 de março tem se tornado um dos assuntos mais comentados dos últimos dias, por todas as circunstâncias e violência envolvida, desde quando ainda estava vivo.

A mãe Monique Medeiros e o padrasto de Henry, Jairinho, são os principais suspeitos do crime e estão presos desde 8 de abril, por atrapalharem as investigações e ameaçarem testemunhas. Segundo informações da Revista Vogue, o menino supostamente morreu depois de passar por sessões de espancamento do padrasto, das quais Monique estava ciente.

Muitas coisas no caso Henry remetem à morte da menina Isabella Nardoni, assassinada em 2008, quando tinha apenas 5 anos. Ana Carolina Oliveira, mãe de Isabella, que passou por uma experiência traumática durante a perda da filha também sentiu as semelhanças entre os dois casos, que relatou à revista Piauí.


Em seu depoimento, que foi divulgado no último dia 13 de abril, Ana contou que sentiu uma falsa emoção e versão combinada dos fatos ao assistir uma entrevista de Monique.

A administradora revelou que percebeu semelhanças entre o caso de sua filha, e que as pessoas não conseguem esconder a verdade, ainda que criem falsas versões para um crime.

Ana Carolina, atualmente casada e mãe de 2 filhos, também comentou ter ficado sensibilizada pela brutalidade do crime, e pelo quanto era semelhante com o sofrido por sua filha. Por conta disso, ela disse que enviou mensagens de conforto a Leniel Borel, pai de Henry.

Ela recebeu resposta do homem, que dizia que o momento era muito difícil, que não deixava de pensar em Henry e que, além da vida do filho, eles também levaram a sua paz.


Na entrevista, realizada pelo jornalista João Batista Jr, Ana contou que seu coração “estava pedindo pra fazer isso”.

Ela disse que o que mais dói é que ela, assim como Leniel, entregaram seus filhos a pessoas que deveriam cuidar e zelar por eles, e que o fato de os filhos não voltarem é revoltante, e que as dores que compartilha com o pai de Henry são “imensuráveis”.

A mãe de Isabella diz que quando a justiça é feita, traz conforto ao coração de alguma forma, acrescentando que “o julgamento e a condenação encerram um ciclo, colocam um ponto final em uma história muito triste”.

Ela também considerou o papel da imprensa importante, apesar da dor, e defendeu que o “luto precisa ser vivido”.


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