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Anjos da guarda…

ArcanjoMiguel

Os Anjos da Guarda protegem não apenas as pessoas mas também nações, cidades, igrejas e organizações. Os Anjos da Guarda das nações são conhecidos como Etnarcos.



O conceito de Anjo da Guarda existe em muitas religiões e culturas e vem do tempo dos babilónios. Os assírios chamavam—lhes Keribu (da qual derivou a palavra Querubim) e guardavam os portões dos seus templos e palácios. Por outro lado, os romanos acreditavam que os homens e as crianças eram protegidos por espíritos chamados Génios e as mulheres por outros chamados Juno, certamente por associação com a irascível mulher do deus Júpiter.

Os muçulmanos crêem nos guardiães da humanidade chamados Malaika e nos espíritos conhecidos como Jafaza, que protegem os seres humanos contra os gênios do mal. Os japoneses acreditam em espíritos guardiães chamados Kami. O índio americano também crê nos Anjos da Guarda, e que estes permanecem com eles durante toda a vida.

No momento do nascimento de cada ser humano, é—lhe atribuído um Anjo da Guarda. A Igreja Católica ensinava que as crianças tinham dois Anjos da Guarda, um bom e outro mau, e que cada um se senta num dos ombros da criança e tenta influenciar as suas ações.


O Anjo da Guarda guia o ser humano ao longo da vida, mas não interfere na sua liberdade de ação nem com a sua vontade, pois Deus criou o ser humano com livre arbítrio para ele escolher o caminho que quer seguir. Deus fê—lo porque quer que cada pessoa chegue a Ele por sua própria escolha e não porque Deus a obriga.

Os Anjos da Guarda pertencem ao Nono Coro, que é o Coro dos Anjos, e usam uma grande variedade de métodos para contactar a pessoa a quem foram atribuídos. Entre estes métodos contam—se a intuição, os sonhos, a telepatia, o pensamento e aquela vozinha interior que às vezes nos indica o caminho a seguir e que nunca se engana.

Às vezes, utilizam outras pessoas para enviar as suas mensagens e podem manipular as circunstâncias da vida diária para apoiar o ser humano em situações difíceis. Outras vezes, adquirem forma de pessoa, animal ou, manifestam—se simplesmente com a aparência que a tradição religiosa lhes atribuiu: um ser de luz deslumbrante, vestido de branco, com asas fulgurantes como a neve.

Os anjos, tal como as estrelas, “aconselham, mas não obrigam”. É o ser humano quem deve tomar as suas próprias decisões, mas se escutar diligentemente a voz da sua consciência, por trás dessa voz estará a escutar o seu Anjo da Guarda. O destino ou missão de cada pessoa sobre a terra também não pode ser alterado pelo Anjo da Guarda, e é por isso que às vezes vemos crianças pequenas morrer com tenra idade.


As várias tradições místicas concordam em que nestes casos, o espírito vinha à terra por pouco tempo. Quando uma pessoa boa, que se rege pelas leis divinas, tem experiências trágicas ou tristes ao longo da sua vida, isso é considerado parte do destino da pessoa, conhecido pelo Budismo como Karma.

O Anjo da Guarda cuida de nós e guia—nos, mas isto sempre dentro das leis que regem o destino da pessoa e da vontades desta. Por outro lado, quando uma pessoa se afasta das leis divinas, o Anjo distancia—se dela e não pode ajudá—la.

Devido às grandes energias negativas acumuladas sobre o planeta, emitidas pelo desequilíbrio da criação original, o ser humano às vezes é rodeado de forças destrutivas que ameaçam destrui—lo. Isto também isola o Anjo da Guarda da pessoa. Por isso, é importante manter um contacto directo com o Anjo da Guarda, e a melhor forma de fazê—lo é chamá—lo com frequência e tratar de estabilizar a aura da pessoa através de meditações e de purificações ritualísticas, de invocações, de devoções e orações.

Cada pessoa tem dois anjos protetores: o anjo que rege o seu signo zodiacal e o Anjo da Guarda pessoal, que fortifica o seu espírito e o empurra em direção ao que é bom e o protege do que é mau. Mas cada pessoa também tem um espírito maléfico, o seu “génio do mal”, que a incita a pecar, a violar as leis divinas e a destruir—se a si mesmo e a tudo o que o rodeia.


O espírito do mal opera através das fraquezas da pessoa, que agrava e multiplica, para perdição da pessoa. Expressa—se principalmente pela ira e intolerância, pelo ódio e pela vingança. Por isso, diz—se que uma pessoa que zanga com facilidade ou que tem mau carácter tem “mau génio”. Este mau génio é uma referência ao espírito maléfico que perturba essa pessoa. Na tradição esotérica, este espírito é conhecido como “Habitante do limiar”.

É ele que tenta o seu humano e o leva à perdição; é o acumular dos baixos instintos da pessoa. Na psicologia freudiana, o acumular dos instintos obscuros do ser humano é conhecido como Id. Jung, por seu turno, chamou—lhe Sombra. Entre o Anjo da Guarda e o Anjo do Mal existe uma luta surda contínua, em que cada um tenta guiar ou desviar a pessoa, conforme o que cada anjo rege: o bem, no caso do Anjo da Guarda, e o mal, no do Anjo Maléfico.

É o próprio ser humano, pelas suas ações, que decide quem vence a batalha. Se optar pelo mal, converte—se em servidor e escravo do seu gênio maléfico.

Se escolhe o bem, o Anjo da Guarda purifica o seu espírito e ajuda—o a alcançar a salvação. Os antigos caldeus, que foram os criadores da astrologia, acreditavam que o espírito do bem ou Anjo da Guarda de uma pessoa reside na décima primeira casa zodiacal, e o Anjo do Mal na sexta casa.


A tradição esotérica ensina que uma forma de assegurar o triunfo do Anjo da Guarda sobre o Anjo do Mal é conhecer o nome do Anjo da Guarda, e chamá—lo pelo seu nome em caso de necessidade.

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Fonte: nova-lis.com

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