Família

“Ao invés de gritar, brinque com seu filho, e ele vai cooperar”

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Muitos pais estão acostumados a descontar as próprias frustrações em seus filhos.

Criança gosta de brincar, correr, fazer bagunça e aproveitar cada momento como se fosse o último. Uma criança ativa é sinal de que está saudável e feliz. Infelizmente, às vezes, perdemos a paciência por conta da dificuldade deles em nos obedecer, mas evitar o grito e entrar na onda pode ser a sua melhor opção.

Até os mais pacientes e supertranquilos já perderam a calma alguma vez. Quando os pais decidem alterar o tom de voz e gritar com seus filhos, a mensagem que o responsável quer passar fica com um tom de pouca paciência e tolerância, e as crianças entendem que estão fazendo algo errado e ficam assustadas com a situação.

“Meu pai sempre gritou comigo e hoje estou superbem”, normalmente as mães e os pais usam essa frase para justificar constantes gritos e aprendizados herdados de seus pais. Projetamos nossas vivências e experiências relatadas por outros no momento de educar nossos filhos, mas será que essa é uma ótima escolha?

A rotina estressante, contas atrasadas, problemas no casamento e no trabalho, todas essas características são fatores que podem prejudicar no seu bom humor, afetando suas atitudes como pai, levando-o a projetar suas frustrações nos filhos.

Devemos aprender a nos controlar diante dos nossos filhos, eles são como esponjas, absorvem todas as palavras e modos de agir. Mesmo no nosso limite, precisamos respirar e entender que eles não têm culpa de absolutamente nada de errado que esteja acontecendo na sua vida, então seja um exemplo de autocontrole.

Pesquisas apontam que várias crianças estão desenvolvendo estresse infantil e seus pais não conseguem observar os sintomas, eles sempre pensam que é apenas uma fase e logo vai passar, e como os pequenos não sabem bem expressar seus sentimentos, mostram de forma física, como constante dor de barriga, de cabeça, enjoos e febre. Na primeira manifestação de um sintoma, os responsáveis devem buscar ajuda de um profissional especializado.

Você tenta todos os dias explicar e ensinar que ele deve arrumar a cama, respeitar o colega ou ser gentil, e mesmo assim ele não aceita a informação, busque uma maneira de conversar com a criança na língua que ela consiga entender, a brincadeira, por exemplo, a forma como ela expressa seus sentimentos, anseios e desejos. A brincadeira é potente para o cérebro infantil, a criança se sente atraída, mesmo quando você estiver irritado, mal-humorado.

A brincadeira familiar ajuda a estimular habilidades sociais da criança e estreitar o laço afetivo entre os pais, utilizando as brincadeiras, você vai aprender como seu pequeno lidar com alguns problemas e entender as suas dificuldades, e ele vai aprender a ser um ser humano mais cooperativo e começar a entender algumas regras simples da convivência humana.

Desde pega-pega até bandeirinha, todas as atividades têm o benefício de despertar confiança e autoestima nos menores, pois nesse momento eles começam a entender que seus pais sempre estarão ali para ajudá-los a resolver seus problemas e celebrar suas conquistas.

Seguir um modelo autoritário, como impor regras e exigir coisas que seu filho não possa fazer, é errado e um péssimo exemplo para eles, observe a etapa de crescimento do seu filho e analise se aquilo que você deseja que ele faça está de acordo com sua faixa etária.

Cada pai sabe e sente a maneira certa de educar os filhos, as opiniões alheias não devem interferir no seu papel como educador, mas você deve ficar atento e sempre ouvir conselhos de pessoas confiáveis. Observe como seus filhos estão se desenvolvendo, sua rotina e todos os sinais possíveis. Tente ser sua melhor versão, você merece e seu filho também.

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“Você deve superar a fantasia de que pode se dar bem com todos” — Leandro Karnal

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