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Aos 15 anos, jovem britânico cria teste que detecta Alzheimer 10 anos antes dos primeiros sintomas

Nosso mundo está cheio de gênios, e é graças a eles que hoje conseguimos estar tão avançados em coisas que anos atrás nem sabíamos que existiam ou que influenciavam em nossas vidas. Sempre à frente de seu tempo, na grande maioria das vezes essas pessoas optam por usar sua dádiva para o bem, fazendo descobertas incríveis e causando mudanças positivas no mundo.


Quando os gênios são crianças, seus feitos são ainda mais surpreendentes, pois renovam nossa esperança nas gerações futuras e em sua capacidade de tornar o mundo um lugar melhor para se viver.

Falando em crianças prodígio, um jovem britânico está impressionando o mundo com uma nova criação, que pode transformar as vidas de milhares de pessoas!

Krtin Nithiyanandam, estudante da cidade de Epsom, Surrey, é um garoto de 15 anos, que recentemente desenvolveu um teste que consegue identificar a presença do Alzheimer no cérebro, até 10 anos antes dos primeiros sintomas aparecerem.

O Alzheimer atinge cerca de 35 milhões de pessoas no mundo todo. Como a doença não tem cura, cabe aos pacientes apenas buscarem um tratamento que retarde o seu avanço. Quem tem Alzheimer ou quem convive com uma pessoa com a doença sabe o quão desgastante é, e por isso a invenção de Krtin é tão importante, porque prepara as pessoas para uma condição que está por vir e pretende que tomem as medidas necessárias com antecedência.


O teste desenvolvido pelo jovem funciona através de um anticorpo (criado por ele) que é injetado no sangue e lá age como uma espécie de cavalo de Tróia, penetrando no cérebro e ligando-as às proteínas neurotóxicas que compõem o primeiro estágio da doença.

O ponto alto da invenção é que os anticorpos injetados no sangue possuem partículas fluorescentes, que tornam possível a identificação das proteínas ligadas ao Alzheimer através de uma ressonância magnética. Esses anticorpos também podem combater a doença, e podem oferecer um tratamento alternativo da doença.


Em uma entrevista ao jornal britânico The Telegraph, Krtin explicou sobre as vantagens de sua invenção:

“As principais vantagens do meu teste estão relacionadas à possibilidade de ele ser usado para diagnosticar a doença de Alzheimer antes de os sintomas se manifestarem, focando-se nas mudanças patofisiológicas, algumas das quais podem ocorrer uma década antes dos sintomas”, disse.

O projeto do jovem é tão promissor que foi selecionado para participar do Google Science Fair Prize, concurso mundial voltado a adolescentes de até 18 anos que desenvolvem projetos científicos inovadores. Entre mais de 90 participantes, Krtin foi selecionado como finalista, e caso ganhe, receberá um bolsa de estudos que o permitirá dar continuidade aos estudos sobre o teste.

Uma grande notícia não apenas para aqueles que vivem com o Alzheimer, mas para a sociedade de uma maneira geral. Quanto mais pessoas, em especial jovens, estiverem envolvidos com a ciência e a cura de doenças que afetam milhões, maiores são as probabilidades de vivermos em um mundo com mais saúde e expectativa de vida.

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