Comportamento

Após 19 anos preso por um crime que não cometeu, homem prova a sua inocência e ganha a liberdade!

Uma história incrível e inspiradora, que mostra que nada é impossível!



Termaine Joseph Hicks é uma daquelas pessoas cujas histórias nunca mais nos esquecemos. Ele foi vítima de uma das situações mais complicadas que uma pessoa pode enfrentar, mas felizmente, depois de muitos anos de luta, conseguiu conquistar a vitória.

O estadunidense da Filadélfia passou 19 anos preso por um crime que não cometeu. Em 2001, no mês de novembro, ele estava perto de um hospital, quando ouviu os gritos de uma mulher.  Ela estava indo para o seu turno de trabalho, quando foi chicoteada por uma pistola e arrastada para um beco, por um homem. No local, o homem abusou dela. Ao ouvir os gritos, Hicks correu até o local para ajudá-la.

Logo que chegou, uma van de entrega estava passando pela rua. Com as luzes do veículo, o abusador fugiu e ele ficou sozinho com a mulher no beco. Os policiais Marvin Vinson e Dennis Zungolo chegaram logo após a fuga do homem e, presumindo que Hicks era o culpado, atiraram nele.


Segundo os advogados de Hicks, os policiais mentiram, alegando que ele tinha aberto fogo contra eles, e ainda o culparam pelo crime.

Mesmo a vítima não sendo capaz de identificar o agressor no julgamento, Hicks foi condenado por estupro, agressão agravada, posse de instrumento do crime e ameaças terroristas, e foi sentenciado a 25 anos de prisão.

Durante os anos em que ficou preso, ele continuou afirmando que era inocente, chegando a perder a liberdade condicional em 2015, por conta disso.

Felizmente, depois de 19 anos preso injustamente, sua condenação foi anulada pela Unidade de Integridade de Convicção do Gabinete do Procurador do Distrito de Filadélfia, em dezembro de 2020, após revisão de seu caso.


A chefe da unidade, Patricia Cummings, afirmou que “falsos testemunhos” foram usados nesse caso e que eles possivelmente contribuíram para a condenação de Hicks. A revisão apurou que os ferimentos de Hicks não correspondiam com a história contada pelos policiais e que não havia imagens que pudessem comprovar o ocorrido.

Os advogados, que já negavam que Hicks havia atirado, disseram ainda que os policiais inventaram isso para justificar os tiros que deram nele. A arma que os policiais disseram que Hicks tinha usado estava registrada em nome de outro policial da Filadélfia, o qual disse que ela nunca havia desaparecido.

Os policiais disseram, na época, que Hicks tirou uma arma de dentro de sua jaqueta, mas não foi encontrado sangue na roupa, apenas na arma, o que também contestava sua versão.

Além de tudo isso, Marvin e Dennis mentiram sob juramento, que Hicks usava um moletom cinza, roupa usada pelo agressor.


Até o dia 17 de dezembro, os policiais ainda estavam empregados, segundo relatado pelo The Philadelphia Inquirer.

Em sua libertação, tão esperada, Hicks, agora com 45 anos, disse que lamentava que a prova de sua inocência tenha demorado tanto tempo, já que afirmou não ser culpado desde o primeiro dia.

Ele também disse que um julgamento justo, como é prometido, deveria ser entregue a todos os cidadãos.

Embora não possa recuperar todo o tempo que perdeu atrás das grades, felizmente agora Hicks está livre para recomeçar sua vida, sabendo que provou sua inocência.


Que história! Desejamos a Hicks todo sucesso e felicidade, pois ele realmente merece!

Compartilhe este texto nas redes sociais!

Moradora de rua se recusa a ir para abrigo para não abandonar seus cães. São sua prioridade!

Artigo Anterior

“Não se esprema para caber. Se o outro realmente fizer questão, ele abre espaço para você” (Fábio de Melo)

Próximo artigo

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site.