Comportamento

Apresentadora chora ao ver filho tocando violino no enterro da mãe, vítima de covid-19

A mulher não conseguiu segurar as lágrimas ao assistir à cena de dentro dos estúdios do programa.



A realidade triste que a pandemia de covid-19 tem causado em nosso país está cobrando um preço muito alto de todos nós. As notícias diárias das vidas perdidas parecem entrar em nossos corações e, muitas vezes, provocam reações sinceras e comoventes do cansaço emocional que todos estamos sentindo.

Mesmo que não tenhamos experimentado perdas pessoais, de amigos ou familiares, por conta do vírus, sensibilizamo-nos por aqueles que já tiveram que se despedir de alguém que amam, pois somos solidários à sua situação.

Todos nós estamos sujeitos a esse tipo de sentimento, não importa quem sejamos ou onde estejamos. Recentemente, uma dessas manifestações emocionais espontâneas aconteceu durante o programa “Cidade Alerta”, do estado de Goiás.


Silvye Alves, a apresentadora, apesar da personalidade considerada “durona”, não conseguiu conter as lágrimas ao anunciar uma notícia muito triste e ao mesmo tempo emocionante, de nossa realidade atual.

O vídeo mostrava um músico de 20 anos, chamado Rafael Borges, tocando violino durante o enterro da mãe. O jovem estava próximo à cova onde o corpo seria sepultado.

Depois de tocar, o jovem se ajoelhou ao lado do caixão da mãe e desabou em choro. Quando as câmeras se voltaram para Silvye, foi possível perceber que ela estava muito emocionada, até que começou a chorar, dizendo que tudo isso é muito difícil e não aguentava mais receber pedidos de UTI pelo público.

Em seu perfil no Instagram, a apresentadora compartilhou um vídeo do momento de emoção no programa. Na legenda, Silvye disse que seu coração havia sido “consumido” e que pensou não ser capaz de terminar o programa. Ela acrescentou que as lágrimas que conteve durante esse tempo de pandemia foram “arrancadas para fora” e que “dói demais sentir a dor dos outros”.


 




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Uma publicação compartilhada por Silvye Alves (@silvyealves)

Para aqueles que estão ainda mais “próximos” de todo o cenário da pandemia, como profissionais de saúde da linha de frente e até mesmo jornalistas, que a todo momento atualizam as notícias, essa realidade pode estar sendo ainda mais complicada, pois veem com os próprios olhos todo o sofrimento que a pandemia tem causado em milhares de pessoas.

A dor de uma pessoa tem sido a dor de todos nós, por isso precisamos reafirmar o compromisso de lutar juntos para que cenas como essa não se tornem comuns.

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