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As batalhas que travamos com nós mesmos

Eric Torres

Nossa mente costuma nos “pregar peças”. Alguns pensamentos vão e vêm, sem nosso controle, e tomam proporções que nem sempre correspondem à realidade.



Diariamente travamos batalhas internas com nós mesmos. Discussões acirradas, respostas que deveríamos ter dado em determinada situação, problemas que precisamos resolver, problemas que não são tão grandes ou até mesmo inexistem, mas que insistem em rondar nossos pensamentos.

Na maioria das vezes, muitas batalhas estão somente dentro de nós, como antecipar problemas, por exemplo. O problema nem aconteceu e já estamos sofrendo. Tudo isso nos traz uma coisa muito “comum” nos dias de hoje: a ansiedade.

Por definição, ansiedade é “substantivo feminino. Grande mal-estar físico e psíquico; aflição, agonia”, conforme o dicionário Houaiss.


Ficar pensando em problemas, criando cenários e situações só faz com que fiquemos ansiosos. Temos sim nossas batalhas do dia a dia, questões que precisamos resolver e situações das quais precisamos sair. Mas o que não podemos é viver diariamente em guerra conosco. Batalhas internas fazem com que as coisas tomem proporções enormes.

Quem aqui nunca ficou pensando em uma situação, sofrendo e depois nada daquilo aconteceu? Quanto tempo se perdeu “lutando” em uma batalha sem sentido? Ou até mesmo prevendo problemas e situações que nunca existiram? Noites sem dormir, mal-estar e outros problemas físicos fazem parte desse contexto.

Viver nesse ciclo nos faz mal fisicamente e mentalmente; nosso organismo reage a toda essa carga energética, com dores de cabeça, mal-estar, palpitações, medo, etc.

O ideal é sempre tentar ao máximo pensar de maneira racional (é difícil, mas é sempre bom exercitar), e nos fazer algumas perguntas:


  • Esse problema realmente existe?
  • Devo sofrer antes de os fatos serem efetivos?
  • Há alguma solução que possa ser tomada neste momento?

Se, mesmo assim, a ansiedade continuar, a ajuda médica é muito bem-vinda – psicológica e psiquiátrica (em casos mais difíceis) –, além das terapias alternativas, como florais, reiki e outras, que ajudam a tratar e amenizar os sintomas. Importante: nunca tome nenhum medicamento sem conhecimento médico!

Nossa mente costuma nos “pregar peças”. Determinados pensamentos vão e vêm, sem nosso controle, insistindo em ficar ali e tomar proporções que, muitas vezes, não correspondem à realidade.

Com algumas pequenas mudanças em nosso comportamento diário, é possível essas situações se tornarem mais leves e, aos poucos, nosso cérebro “percebe” que determinadas situações não necessitam de tanta “atenção”, e com isso as coisas vão ficando mais leves.


Não é fácil, mas é preciso ter força de vontade e fazer algo por si, só assim essas batalhas serão vencidas!

 

Direitos autorais da imagem de capa: Eric Torres/Pexels.


Não se fazem mais princesas como antigamente. Graças a Deus!

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