As mudanças nos amedrontam, porém, o que vem no futuro pode ser muito melhor!

As mudanças nos causam medo, porém, muitas vezes, a situação que vivemos é pior do que aquilo que o futuro misterioso nos reserva.

Mudanças não são fáceis para ninguém! Até aqueles mais arrojados sentem medo diante de uma situação nova, desconhecida, que implica em decisões e escolhas. Muitos optam pelo conhecido, mesmo que fiquem desgostosos. O corajoso somente o é porque prefere arriscar, sair da mesmice, do marasmo ou de uma situação que o faz infeliz. Contudo, o medo existe. Provavelmente, quase todas as pessoas, por mais resolvidas que sejam, têm receios, umas mais, outras menos.



Toda mudança leva um tempo para ser assimilada e gera consequências, um preço a ser pago.

Talvez seja esse um dos motivos pelo qual grande parte das pessoas hesita em fazê-la. As situações familiares e controladas são mais seguras do que aquelas desconhecidas por nós. O novo sempre nos amedronta e n os causa desconfiança… Porém, muitas vezes, a situação que vivemos é pior do que aquilo que o futuro misterioso nos reserva. Logo, achamos que não nos restam muitas alternativas.

Penso que as mudanças somente acontecem, porque algo realmente significativo precisa ser revisto, olhado de forma diferente ou deixado de lado em nossa trajetória. Não dá para termos tudo; por isso, acredito que, de certa forma, a alteração do percurso é a maneira como a vida nos obriga a olharmos para nossa própria história como os únicos escritores e protagonistas e ainda nos dá a chance de reescrevê-la, quando acha que é necessário. Somos participantes de algo que é somente nosso, cuja responsabilidade é inteira e unicamente nossa.

As mudanças, por mais difíceis que sejam, nos liberam e permitem que alteremos a rota de nossa viagem.

Raramente modificamos nossas vidas por livre e espontânea vontade. Há sempre uma ou mais situações que desencadeiam as transformações necessárias para nós. São fatores externos, e somos expostos a vários deles diariamente, em um âmbito mais pessoal ou em um campo mais cotidiano, apesar de nem sempre os percebermos. Mas é fato que para todos essas circunstâncias surgem, mesmo que mínimas, imperceptíveis, pois é a maneira de fazermos os ajustes que precisamos. Porém, de uma forma que não controlamos, elas acontecem, embora resistamos e lutemos. Para alguns, por razões que desconhecemos, são mais sutis; para outros, são notórias e visíveis, mas, para todos, são possíveis, podendo ou não ser efetuadas, vai depender da vontade e do desejo de cada pessoa.


Para cada um de nós, elas têm seus propósitos, seus objetivos específicos. Tenho a impressão de que sabem exatamente quando e onde é preciso mexer. Claro que ninguém fica bem vendo a vida desmoronando sobre a própria cabeça, também nem sempre pressentimos se as mudanças serão boas ou ruins. Se tivermos apenas um lampejo de lucidez, talvez achemos que não poderá ficar pior do que já está. Todavia, com certeza é possível presumir que estamos no caminho certo, afinal, nos movimentamos e demos um passo para sair da mesmice, do medo, do comodismo, da preguiça que nos toma, não nos faz feliz e impede nosso crescimento. Os efeitos de nossos movimentos demoram, por isso nem sempre temos noção das modificações no momento em que elas ocorrem, às vezes somente tomamos consciência bem mais tarde e muitas vezes sequer o fazemos.

Infelizmente, não vemos as mudanças com bons olhos no momento em que surgem. No mais das vezes, nos revoltamos e resistimos… Nós as vemos como algo que chega sem aviso prévio, que bagunça nosso dia a dia e nos tira do centro, sem nossa permissão. Sendo assim, elas nos obrigam, sem qualquer controle nosso, a traçar um novo roteiro. Todavia, acredito que ainda o mais importante é ficarmos atentos enquanto a vida nos dá a possibilidade de escolha, porque chega uma hora que ela se cansa de nos dar oportunidade e nos tira essa opção, gostemos ou não.


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