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As respostas que queremos para as perguntas da vida…

Dar um sentido para a existência não é uma escolha, mas uma exigência inerente do ser humano. É uma inquietação que toca a alma, que quer saber, quer entender, não aceita o que parece em vão.


Bom seria se estivesse ali no site de busca a resposta exata para nossos conflitos internos, nossas dúvidas e devaneios.

Quanta gente ainda não tem certeza do que virá depois da morte. É uma incógnita. Livros, pessoas, filosofias, religiões, cada um com seus argumentos.

Muitos levam na boa toda esta ideia de viver sem questionar muito as coisas. Outros perguntam, analisam, desconfiam e continuam sem saber ao certo o porquê. Quem nunca parou e nem que fosse por alguns segundos se perguntou: “O que estou fazendo aqui? Por que estou passando por isso”, ou “Até quando?”.

E às vezes recebemos tanta coisa especial da vida que também pensamos se merecemos ou o que fizemos para o Universo ser tão generoso conosco e não com alguém próximo que gostaríamos que estivesse tão bem quanto estamos.


É esta passagem um pouco rápida que nos enche de tantas perguntas. Se fôssemos imortais talvez não houvesse evolução e tudo estaria de certo modo pronto. O passado já teria ido mesmo. O futuro sem muitos planos e o presente dentro de nenhuma perspectiva.

E é justamente por saber que há um ponto final lá na frente ou logo ali que desejamos entender este processo. Mesmo que o futuro a Deus pertença, se somos parte do Todo também queremos que ele nos pertença.

A gente quer compreender a existência. Carregamos muitas interrogações. Algumas as experiências se encarregam de nos dar, ao nosso modo, claro. Umas vezes nos basta, outras, nos faz ir em busca de novas respostas.

Nós não pretendemos perder tempo. Queremos ir e voltar quando bem entendermos, seguir e desistir quando der vontade, voltar atrás no mínimo arrependimento, mas por não ser tão simples assim é que não queremos desperdiçar a vida.


E se houvesse respostas para todas as perguntas? Ah, talvez a gente desse um ressignificado às nossas questões. Ou quem sabe tudo já está respondido e, simplesmente, ainda não aprendemos a fazer as perguntas. Eu já me contentaria com um “tudo vai dar certo” bem sincero, porque a gente sabe que nem sempre é assim. Concorda?





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