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Até onde vai o que te diz respeito?

ATÉ ONDE VAI O QUE TE DIZ RESPEITO capa e dentro

Até onde vai o que te diz respeito e o que diz respeito aos outros? Ensinar meus filhos a cuidar da vida deles, não fofocar e não repetir o que escutou de terceiros tem sido uma constante aqui em casa.



Um exercício diário de respeito ao próximo. Sim, todos nós passamos por esta fase, mas não são todos que saem dela.

Assim cito abaixo algumas situações:

Situação 1


Helena está cada dia mais triste. Lucas seu marido e companheiro de tantos anos, chega cada dia mais tarde em casa. Helena começa a se encontrar com Paulo.


Situação 2

Ernesto num período muito curto de tempo comprou um novo carro, mudou seus filhos para uma escola melhor e construiu uma casa em um condomínio fechado.



Situação 3

Alice, aquela periguete da faculdade, chega na festa de formatura cheia de hematomas.

A imaginação foi longe, não foi? A cada situação exposta, estou segura de que razões justas, injustas e conclusões foram tiradas em questão de milésimos de segundos. Somos observadores e formamos opiniões.


Aí vem o ponto… GUARDE PARA VOCÊ!!!

Não transforme o pensamento em palavras, não fofoque, não espalhe conclusões sem conhecer os fatos.

Em nenhuma das situações apresentadas foram dados detalhes.

E assim a vida dos outros passa pelas nossas … sem detalhes.


Por isso, ela não nos diz respeito. Como diriam os americanos “Walk on my shoes”, e os brasileiros “Todos veem as pingas que tomamos, mas não os tombos que levamos”. O que tecnicamente poderíamos chamar de Empatia, como explicou a Pathy Bertão.

Falar da vida dos outros para alguns chega a ser hobby, o que é uma triste realidade.

Acredito que se existe tempo para isso, está sobrando tempo para coisas úteis. Transformar esta ociosidade em algo útil pode ser um grande passo para a “cura”.

Para quem não leu os posts Voluntariado: ação do coração! De nossa convidada Viviane Aroldi e Fazer o bem sempre! De Juliana Bergamasco, confiram lá. O terceiro setor está aí, precisando de gente. Trabalhos voluntários são necessários onde menos imaginamos.


Cabeça ocupada é uma delícia, te dá tempo de curtir o que vale a pena, avaliar a sua vida e aproveitar o que é bom e faz sentido.

Por Cintia Almeida que acredita que a vida dá mil motivos sensacionais para focarmos no que nos importa e no que nos diz respeito.

Algumas pessoas entram em nossas vidas para nos ensinar a não ser como elas!

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