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Ator apela para salvar Trindade da morte em Pantanal: “Não quero sair”

Foto: Reprodução
capa trindade

Filho de Almir Sater, o ator Gabriel Sater implorou para não ter o mesmo destino do pai na versão original de Pantanal produzida pela extinta Manchete.

Trindade, o peão que tem pacto com o capeta, morreu antes da hora porque Almir Sater precisava protagonizar a novela seguinte, a também famosa Ana Raio e Zé Trovão (1991). “Eu quero ficar mais!”, implorou Gabriel.

Ele relembrou a história em entrevista para o apresentador Luciano Huck no Domingão deste domingo (5).

Quando a primeira produção foi feita, o galã tinha nove anos de idade e viveu bastante os bastidores da trama naquele momento. Ele relembrou o sucesso que foi naquele momento.

Me lembro muito bem. Quando meu pai ia gravar, eu ficava aos cuidados do elenco, principalmente Luciane Adami, a eterna Guta. E eu vivi muito aquilo, aquele momento. Foi ali que começou a aflorar a minha alma pantaneira, que tenho até os dias de hoje“, comentou o ator.

Gabriel disse que fez teste para a novela em novembro de 2020, e ficou muito ansioso para saber o resultado sair. “Isso demorou muito, eu ficava perguntando todo o dia o que estava acontecendo. Naquele momento, eu já comecei a me preparar para o que estou fazendo hoje“, completou.

O cantor relembrou que o pai, que fez Trindade na primeira versão de Pantanal, saiu do folhetim para ser o Zé Trovão. Luciano Huck perguntou se ele também iria morrer como aconteceu no clássico das novelas. Gabriel Sater, então, implorou ao autor Bruno Luperi para que ele ficasse até o fim.

Eu acho que não vão me matar. Eu chorei muito com o Bruno Luperi, né? Pedi para ficar até o fim, para gravar até o final, o máximo que puder. Eu sei que o que eu vivi aqui não vou viver mais. É uma união de estrelas imensa. E eu estou em casa, na minha casa“, concluiu Gabriel Sater.

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