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Boa notícia: a coragem pode mudar o curso da vida. Má notícia: o medo também!

A vida exige coragem, já sabemos disso.



O problema é que, diante de uma situação conflituosa ou de experiências ruins, algumas pessoas deixam o medo prevalecer e perdem a oportunidade de ser realmente felizes.

O término dos relacionamentos é mestre em tirar a coragem de pessoas incríveis, tudo porque envolve dor, saudade e insegurança e, para não sentir os mesmos sintomas em nova relação, as pessoas se fecham para o mundo.

O que elas não entenderam ainda é que o medo é um dos sentimentos mais perigosos que existem, pois é o gerador de atitudes extremas que aparecem na forma de violência, agressividade, controle, ciúme, frieza, rejeição e desprezo.


Quando o medo se instaura, temos dois extremos: de um lado, a pessoa que não quer mais amar e coloca uma barreira em seus sentimentos, e de outro, alguém que tem como escudo o vitimismo (deixa a carência exposta e, na ânsia de ser aceito pelo parceiro, coloca-se em segundo plano nas relações, acreditando que qualquer relacionamento serve).

Para que isso não aconteça, precisamos perder o medo de amar só porque uma relação não deu certo. Fins de relacionamento são doloridos, mas são normais.

Não dá para entrar em um ciclo de culpa e medo e desacreditar no amor só porque o relacionamento idealizado acabou.

Claro que todo fim de relacionamento é ruim. Mesmo que não envolva sentimentos, sempre fica aquele pensamento de “e se eu fizesse isso, tentasse aquilo…”. Mas a verdade é que, depois que tudo passa, conseguimos ver que o término era necessário e a vida continua depois dele.


Sabe de uma coisa?

Não deixe o medo prevalecer, o mundo está cheio de pessoas incríveis e dispostas a fazerem as relações darem certo, basta apenas termos percepção e vontade para encontrá-las.

 

Direitos autorais da imagem de capa: Lucas Pezeta/Pexels.

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Texto escrito com exclusividade para o site O Segredo. É proibida a divulgação deste material em páginas comerciais, seja em forma de texto, vídeo ou imagem, mesmo com os devidos créditos.




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