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Brasil diz, em encontro da OMS, que poderá fornecer vacinas aos países mais pobres

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O governo, no entanto, não definiu datas para quando isso pode acontecer. Entenda!

A Covid-19 atingiu países de todo o mundo com muita intensidade e até então, já provocou a morte de milhões de pessoas. Nessa realidade, as vacinas têm sido a maior esperança para proteger as pessoas de contraírem o vírus e de manterem a pandemia controlada, preservando a vida e evitando o surgimento de novos casos.

Os imunizantes, desenvolvidos por diversos países, entre eles o Brasil, têm sido vendidas para outras nações, na expectativa de que as populações estejam imunizadas o quanto antes. Em nosso país, onde a vacinação está ocorrendo, há muitas críticas por parte da população de que a quantidade de insumos é insuficiente para vacinar a população.

Apesar disso, segundo informações do IG, o governo federal afirmou em um encontro da Organização Mundial de Saúde (OMS), no último dia 25 de maio, que o Brasil deverá fornecer vacinas aos países mais pobres.

A afirmação do governo foi feita em um discurso dos representantes do Itamaraty na Assembleia Mundial da Saúde, no encontro que teve como objetivo debater estratégias de combate ao vírus.

Na ocasião, a delegação brasileira afirmou que “O Brasil está pronto para contribuir aos esforços globais contra a covid-19, por meio do fornecimento de doses de vacinas produzidas localmente”.

No dia anterior, Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS, pediu na assembleia que os países doem vacinas ao programa Covax para imunizar 10% da população de todos os países até setembro e 30% até o final deste ano.

No dia 21 de maio, a Pfizer e a União Europeia afirmaram que doariam imunizantes aos países mais pobres. A Pfizer anunciou que doaria 1 bilhão de doses ainda neste ano, já a EU disse que doaria pelo menos 100 milhões de doses.

O governo brasileiro se comprometeu com a doação, mas não deu datas definidas para que isso aconteça, tampouco definiu os destinos das doses.

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