Comportamento

Vacinado nos EUA, brasileiro que teve covid diz: “Queria que minha família tivesse essa oportunidade!”

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Apesar de aliviado por já ter começado o processo de imunização, o técnico oftálmico gostaria de dividir esta conquista com a família, que está no Brasil.

Alguns brasileiros que vivem fora já iniciaram o processo de vacinação contra a covid-19, de acordo com o calendário dos países onde se encontram. Entre eles está Douglas Axel Felizardo, de 27 anos, que é natural de Sertãozinho (SP), mas vive há quatro anos em Brandywine, Maryland (Estados Unidos).

Douglas é técnico oftálmico e trabalha com cirurgiões especializados em olhos e, por atuar na saúde, está na lista prioritária de imunização dos Estados Unidos, onde a vacina da Pfizer começou a ser aplicada em 14 de dezembro de 2020.


No dia 31, ele recebeu e-mail de seus supervisores de que havia chegado o momento de receber a primeira das duas doses da imunização, o que aconteceria na sexta, 1º de janeiro de 2021, num hospital da cidade. O técnico disse que não teve nenhuma reação à vacina.

O começo do processo de imunização foi um grande alívio para Douglas, porque ele já foi contaminado com o vírus, em março de 2020, e sabe muito bem como a experiência pode ser complicada.

O jovem contou ao G1 que perdeu olfato e paladar, por duas semanas, e também vivenciou febre e falta de ar. Apesar de não precisar de internação, segundo contou, ele viveu um pesadelo e teve medo de morrer.

Apesar do alívio pela própria saúde, o técnico oftálmico revelou que gostaria de compartilhar este momento ao lado da família, que vive no Brasil. Para ele, a vacinação foi como uma luz no fim do túnel, mas ao mesmo tempo sentiu tristeza, porque seus familiares não tiveram a mesma oportunidade.


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Direitos autorais: reprodução G1/arquivo pessoal

A vacina da Pfizer e BioNTech foi classificada como de “alta eficácia” em todas as faixas de idade, raça, etnia e sexo, através da análise do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), órgão de saúde dos Estados Unidos.

No Brasil, aguardamos um posicionamento sobre a vacinação, pois a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ainda está discutindo com a Pfizer ações para registrar os usos emergenciais e definitivos da vacina.

Atualmente, o país conta com mais de 7,7 milhões de casos confirmados e cerca de 196,5 mil mortes pelo vírus, desde o começo da pandemia.


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