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Cá entre nós…

Ei…. Chega mais…. Pega um café fresquinho com aroma de realidade…



Um dedinho de proza… Mas aquela proza livre de joguinhos ou daquela vergonha de admitir alguns fatos. E cá estamos falando de amor, desamor na verdade, aquele doído, aquele que você pensou que ia dar certo, esse mesmo: que deixou você desorientado sem saber o que houve, o amor promissor que seria campeão de bilheteria com o nome: Finalmente!!!

O longa munido de romantismo e diversão, amplamente divulgado, esperado por muitos, exclusivamente por você. Cartazes, anúncios, carros de som e um “agora vai!!!” dos amigos e familiares. Investimento alto: Você encontrou o protagonista a duras penas, mas enfim o milagre da separação do joio e o trigo ocorreu, e sua safra foi abundante: uma bela colheita de amor, afeto, satisfação e plenitude para enfim encher seu celeiro, quem sabe abandonado e vazio já há algum tempo.

Tão perfeito que parecia mentira, não é? E era…. Lamento…. Tome mais um gole de seu café cafeinado de ingratidão e vamos prosseguir…


Amigo, eu sei o que sente…. Esse sentimento é comum: inadequação e dúvidas em que você procura desesperadamente onde está o defeito em você que fez o “amor” sumir como em uma misteriosa abdução. Será meu estilo de se vestir ou falar? Serão meus quilos a mais? A forma estranha que eu danço ou rio? Meu senso de humor exagerado?

Te digo que não é nada disso… Não seremos os primeiros e nem os últimos a perder-se no labirinto de perguntas e frustrações que uma relação que acaba sem o nosso consentimento deixa… Eu sei, são lágrimas, lamentos e a sensação pessimista que esse filme jamais será lançado, então o cenário muda e o longa transforma-se em um melancólico musical em que sentimo-nos o próprio Cartola mergulhado nos versos de “As rosas de não falam”…

E cá entre nós… Como seria bom se elas falassem… Certamente já teriam nos alertado que na natureza e na vida existe um tempo certo para que tudo ocorra… Não adianta “forçar o ciclo” ou se desdobrar para que o amor aconteça…


Precisamos entender que o amor precisa despertar primeiro dentro de nós, aquele velho discurso de se amar e ter consciência de seu real valor. Eu sei. Já sabemos de trás para frente essa teoria milenar, chega a ser entediante ler sobre autoestima, visto que somos graduados e doutorados no assunto. Mas, sinto muito, vamos ter que ler tudo novamente e fazer os exercícios práticos… Caso contrário, continuaremos a cair na esparrela da carência…

Somos extraordinários em nossas peculiaridades!!!

Somos seres encantadores em nossas imperfeições!!!

Não somos metade de ninguém, pois já somos completos!!!

Se um dia alguém vai notar? É CLARO QUE SIM! Não antes que você mesmo note, isto é fato!

Mas cá entre nós, que prejuízo para quem nos deixou ir, não é?

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Texto escrito com exclusividade para o site O Segredo. É proibida a divulgação deste material em páginas comerciais, seja em forma de texto, vídeo ou imagem, mesmo com os devidos créditos.




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