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Caçador ilegal é pisoteado e morto por elefantes em parque na África do Sul

Por causa das medidas restritivas devido à pandemia, o ecoturismo na África sofreu muito, com uma redução de 75%.



Diante disso, a caça que é uma prática ilegal, ganhou força nessas regiões. As populações que vivem próximas a essas áreas, acabam entrando nesse ramo por conhecer caminhos alternativos para caçarem os animais e tentarem sobreviver dessa renda. As restrições sanitárias geralmente afastam os caçadores, mas não conseguem minimizar a atuação.

O governo Sul-africano anunciou que haverá mudanças nas políticas de conservação ambiental. O comércio de chifres de rinocerontes e presas de elefante estão proibidos novamente. Diante da proibição, a procura da caça ilegal cresce, fazendo com que muitas pessoas acabem entrando nesse meio para garantir sustento.

O faturamento com a caça ilegal pode ultrapassar 213 bilhões de dólares ao ano, com informações das Nações Unidas. É um problema muito sério que está sendo vivido pela África há anos, e as medidas adotadas pelo governo ainda não conseguiram acabar totalmente com a prática.


De acordo com informações do portal de notícias G1, três homens invadiram o Parque Nacional Kruger, que é uma das maiores reservas de animais selvagens da África, para praticarem caça ilegal. Ao serem encontrados pelos vigilantes, um foi detido, outro fugiu e o terceiro acabou sendo atacado e morto pelos animais.

Os administradores do parque disseram que os homens invadiram a área com rifle e machado, provavelmente para abater elefantes e retirar suas presas. Chegaram a abandonar os artefatos ao fugir depois de serem abordados pela equipe de vigilância.

Na tentativa de escapar, os três encontraram uma manada de elefantes e foram atacados. A patrulha conseguiu deter um deles. Encontrou o outro gravemente ferido e não resistiu, morrendo no local. Até agora um dos três não foi encontrado.

O administrador do parque foi entrevistado, e em nota disse que lamenta a morte do caçador, não revelando sua identidade em respeito aos familiares. A equipe ainda continua em busca do outro homem desaparecido e pediu apoio dos populares e da comunidade para ajudar na identificação.


Gareth Coleman, o administrador responsável da reserva, diz que o combate à caça ilegal é de responsabilidade de todos, pois ameaça a vida, destrói famílias e exige recursos que poderiam ser usados para produção de novos empregos, legalizados e mais justos.

Parques de outras regiões da África reportam que houve um aumento de 200% na caça proibida dentro das reservas. O marfim continua liderando nas estatísticas, sendo uma das práticas mais realizadas pelos caçadores.

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