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Babá de Henry volta atrás em depoimento e afirma que Monique pediu que ela mentisse à polícia

Em novo depoimento, a babá voltou atrás na versão que havia dado na primeira vez. Saiba mais!



O caso Henry, que está atualmente sendo investigado, tem passado por algumas mudanças.

O menino foi levado a um hospital da Zona Oeste no Rio de Janeiro no dia 8 de março pela mãe, Monique Medeiros, e pelo padrasto, Jairinho, com quem morava, e já chegou ao local morto.

Henry apresentava edemas e hemorragia pelo corpo, que incialmente foram justificados como frutos de uma queda do menino, mas a hipótese foi descarta depois de exames no corpo. Durante as investigações, a polícia descobriu que o menino vinha sendo alvo de torturas por parte do padrasto meses antes de sua morte, e que Monique sabia.


No dia 8 de abril, a Polícia Civil prendeu a mãe e o padrasto do menino, principais suspeitos do crime, que tentaram atrapalhar as investigações e ameaçar as testemunhas do caso.

No dia 14 de abril, a babá de Henry Borel, Thayná Oliveira Ferreira, deu um novo depoimento à polícia, na 16ª DP (Barra da Tijuca).

Durante o depoimento, que durou mais de 7 horas, a mulher voltou atrás em relação às primeiras declarações, revelando que mentiu à polícia a pedido de Monique.

Thayná contou que tinha ciência das agressões que o menino sofria e que Leila Rosângela, que trabalhava como empregada na mesma casa, também mentiu em seu primeiro depoimento.


Ela ainda deu detalhes sobre o aconteceu no dia 12 fevereiro. A polícia tem conhecimento de que nesse dia, quando Jairinho, então vereador, foi expulso do Solidariedade, acabou por agredir Henry enquanto Thayná e Leila estavam no local.

Nesse dia, Thayná contatou Monique através de mensagens, contando a ela sobre as agressões, que também foram comentadas por Henry, depois de sair do quarto onde estava preso com o padrasto.

A babá também enviou um vídeo à mãe do menino, mostrando o momento.

No dia seguinte às mensagens, Monique levou Henry a uma unidade pediátrica, dizendo que o filho havia caído da cama às 17h, na mesma hora em que ela conversava com Thayná a respeito das agressões sofridas pelo filho.


Agora, a polícia quer entender o porquê Jairinho e Monique não contaram em seus depoimentos sobre a ida ao hospital.

Monique, que está presa em Niterói, trocou de advogado no último dia 12 de abril. Seu novo representante é Thiago Minagé. André França Barreto, que antes defendia o casal, agora representa apenas Jairinho.

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