Comportamento

Catador, que não tinha móveis e cozinhava em lata de sardinha, ganha mais de R$ 115 mil em doações

Morando numa casa de apenas um cômodo e catando material reciclável, Alberto não tinha dinheiro suficiente para pagar o básico.



Quando as pessoas se unem para promover coisas boas e ajudar o próximo, não há o que as segure! Canalizar todas as energias para auxiliar quem precisa, estender o braço e oferecer apoio fazem parte da personalidade humana. Vivemos em sociedade e só chegamos até aqui porque sabemos como nos comunicar uns com os outros, criando estruturas e memórias imprescindíveis para nossa evolução.

Foi exatamente essa ajuda o que possibilitou ao senhor Alberto, de 61 anos, conseguisse mudar completamente de realidade. Trabalhando como catador e antes como vendedor de balas, em Salvador (Bahia), ele não conseguia pagar pelo básico.

Todos temos direito às coisas mais básicas, como saúde, educação, alimentação, moradia, entre outros, mas suas condições de habitação eram tão precárias, que colocavam em xeque as políticas públicas atuais.


Sem família por perto, esposa ou filhos, ele não tinha quem o ajudasse, além disso, como trabalhou nas ruas durante toda a vida, também não conseguiu acesso à aposentadoria ou qualquer benefício financeiro do governo. Sem renda apropriada, Alberto não pôde deixar de trabalhar como catador, sua principal fonte de renda.

Na casa onde morava, segundo apurou Felipe Abreu, administrador do projeto @salva.doar, ele não tinha fogão ou geladeira. Para esquentar os alimentos, ele usava uma lata de sardinha e um pouco de álcool, o que mostra suas condições. O local onde morava não era próprio e ainda precisava desembolsar cerca de R$ 250 todos os meses para pagar o aluguel, dinheiro precioso, que deixava de usar para comprar alimentos.

Direitos autorais: reprodução Instagram/@felipeabreu.ba.

Felipe compartilhou a história de Alberto nas redes sociais, o que inspirou a criação de uma vaquinha on-line para ajudá-lo a comprar uma casa melhor para morar e móveis para que não precisasse mais viver de maneira precária. A meta inicial era de R$ 60 mil, mas eles conseguiram mais de R$ 116 mil. Este dinheiro possibilitou a ele, finalmente, ter uma vida mais confortável.


Direitos autorais: reprodução Instagram/@felipeabreu.ba.

Além de ajudar Alberto com tudo de que precisava, Felipe foi quem possibilitou essa mudança tão radical na vida do senhor. Ele compartilhou também o “depois”, já com a casa e os móveis novos, mostrando a felicidade do homem, que não tinha a quem recorrer. Mesmo antes de tudo mudar, o sorriso e a felicidade podiam ser observados no idoso, agora, então, ele está radiante.

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