Chorar, realmente, é para os fortes!

Sempre me envergonhei por ser aquela pessoa que “chora até com propaganda de margarina”, a famosa “manteiga derretida”, a que chora por tudo, a “fraca”.

Com o passar dos anos e com a vinda da maturidade, percebi que o que tanto me incomodava, na verdade, era meu ponto mais forte, pois, diferente das outras pessoas eu não tinha vergonha de demonstrar os meus sentimentos.



Sim, sou o tipo de pessoa que chora por qualquer coisa, com um filme romântico, uma matéria no jornal, com desastres naturais, com a violência, com o preconceito e quando estou com raiva (e claro… de TPM!).

Isso me mostra que eu tenho empatia pelas pessoas, que eu me preocupo com o mundo e comigo mesma.

Muitas vezes, meu “choro da raiva”, como eu gosto de chamar, não é porque a pessoa me decepcionou, por exemplo, mas sim porque nós fazemos as coisas sempre esperando algo em troca.

Isso é frustrante para as pessoas que se doam de corpo e alma para os relacionamentos, pois, como humanos, achamos que sempre teremos o retorno que esperamos, como algo físico ou até material, mas o nosso verdadeiro retorno é o espiritual e o do aprendizado, do que podemos fazer novamente ou não e o quanto evoluí com isso.


A pessoa que chora após uma briga ou afins, descarrega todo aquele sentimento e depois ficará bem consigo mesma e aprenderá com o que acabou de passar.

Com o tempo, percebi, que as pessoas que não escondem os seus sentimentos podem ser mais felizes, pois estas não têm nada a esconder e nada a temer.

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Direitos autorais da imagem de capa: bowie15 / 123RF Imagens


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