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Ciência diz que pessoas que tocam música são excepcionalmente inteligentes (especialmente bateristas!)

Ouçam, bateristas. A ciência diz que vocês têm uma forma única de inteligência que está faltando em não-músicos!



Este estudo de julho 2012 nos diz isso:

O experimento

As pessoas ouviam músicas geradas por computador e músicas feitas pela batida de tambor real. A música realizada pelo verdadeiro baterista continha pequenas inconsistências que foram mais favoráveis para os ouvintes do que a do computador.


Os cientistas queriam ver se um computador seria capaz de recriar as pequenas diferenças feitas por seres humanos usando uma equação matemática. Que iria “humanizar” a batida.

A fim de reunir dados, um baterista de Gana foi gravado na década de 1950. Os cientistas configuraram um metrônomo e colocaram o baterista para tocar juntamente com a batida do metrônomo.


Os resultados


Os resultados mostraram que o baterista ocasionalmente saia da batida por uma quantidade muito pequena de tempo.

O teste mostrou que, se uma determinada batida do baterista fosse jogada um pouco à frente do metrônomo, as batidas seguintes também eram susceptíveis a aparecerem mais cedo. A ligeira interrupção durou vários minutos.


O que isto significa?


Isto significa que o o cérebro dos músicos são capazes de manter o tempo sem correspondência com o metrônomo. Isto demonstra a capacidade de separar esta tarefa e isolar a batida feita pela pessoa. Eles não precisam parar e reiniciar como aqueles de nós sem nenhum senso de ritmo. Esta capacidade de manter o tempo com cuidado correto significa que eles têm uma inteligência que outros não têm.


Correlação de Longo Alcance

A correlação de longo alcance está presente em ritmos mais complexos, bem como, no canto, música pop e música clássica. Estas coisas criadas por mãos, pés, ou voz usam esse desvio de ritmo. Isto significa que há pequenos desvios na música que ocorrem durante música. Este desvio realmente atrai ouvintes de uma forma que os cientistas podem recriar com computadores. Repetindo: cientistas com computadores são incapazes de reproduzir músicas de forma tão agradável quanto os músicos.



E as pessoas sem ritmo?

Não surpreendentemente, a correlação de longo alcance que os bateristas e outros músicos usam para ligar-se aos ouvintes está faltando nas pessoas que não conseguem manter o ritmo. A cronometragem rítmica e memória está faltando. Isso faz com que a precisão dos bateristas e músicos sejam um sonho distante para aqueles sem ritmo.
Os cientistas estão procurando as leis matemáticas que os músicos têm automaticamente quando autorregulam as batidas.



O que isso significa em relação aos músicos clássicos?

John Clarke analisaou flutuações na música clássica, bem como em outros tipos de música. Ele constatou que a melodia na extremidade da peça foi relacionada com outras partes da peça. Esta forma humanizadora de compor a música atrai o ouvinte, e parece que eles podem dizer quando estão sendo enganados por batidas computadorizadas. Outros especialistas no artigo Physics Today observaram que peças de 40 compositores diferentes foram estudadas e encontraram correlações de longo alcance em todas.



O que os computadores podem fazer para humanizar a música?

Existem recursos que geram artificialmente espaços na música, causando flutuações de geradores de números aleatórios. Estes geradores dizem quais batidas devem atrasar. A partir de agora, o resultado não é agradável. A música soa irregular, portanto, não cria o efeito desejado sobre o ouvinte. Conforme a pesquisa continuar e equações matemáticas forem aplicadas, eles podem ser capazes de encontrar um caminho. Por enquanto, ainda não há nada como a música real.

“Errar é humano. E é isso que torna a nossa música linda.”

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Traduzido pela Equipe de O Segredo

Do Original:  Science Says People Who Play Music Are Uniquely Intelligent – Life Hack

Então, chega o momento de recomeçar…

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