CIÊNCIA DIZ QUE SER ALTAMENTE SENSÍVEL É UMA QUESTÃO DE GENES, NÃO DE PERSONALIDADE



“A alma sensível vê o mundo através da lente do amor.” – Cheryl Richardson

Pessoas altamente sensíveis são um presente para a humanidade. Embora muitas vezes percebidas como fracas, elas são realmente mais intuitivas, têm níveis mais profundos de empatia e consigo a profunda capacidade de sentir verdadeiramente. Elas possuem a capacidade de resistirem a tentativas da sociedade de as mudarem, as tornarem frias e insensíveis.

Alta sensibilidade é genética

A pesquisa mostra que, em vez de ser apenas um tipo de personalidade, como ser tímido ou extrovertido, alta sensibilidade é definida como ter um sistema nervoso hipersensível. Sensibilidade torna uma pessoa extremamente consciente de sutilezas em seu entorno, e mais facilmente sobrecarregadas quando em um ambiente altamente estimulante.

Você pode perguntar, “mas a nossa personalidade não é um produto de nossos genes?” E a resposta a essa pergunta é sim e não.

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Para entender esta questão, primeiro deve entender que a essência de quem somos é composta de duas partes: temperamento e personalidade.

Temperamento refere-se a um conjunto de características inatas que organizam e determinam a abordagem frente ao mundo. É o processador interno e é ligado ao DNA.

Personalidade é o que surge dentro de um indivíduo como resultado de seu temperamento, experiências de vida, sistema de valores, educação e uma série de outros fatores. A personalidade é o motorista de respostas externas, interações sociais e comportamentos.

De forma simplificada, o temperamento é como uma tela de arte, e a personalidade é a pintura sobre a tela. O ponto principal é que a personalidade pode ser mudada e está em constante evolução, mas o temperamento continua o mesmo.

Alta sensibilidade é um resultado de seu temperamento, e é refletido através de sua personalidade.


A atividade cerebral em pessoas altamente sensíveis é diferente do que as pessoas sem essa característica

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Segundo a pesquisa, a principal diferença é que, em comparação com os 80% sem o traço, os cérebros de pessoas altamente sensíveis são capazes de processar tudo à sua volta muito mais, refletir sobre, elaborar e fazer associações. Quando esta transformação não é totalmente consciente, vem à tona como a intuição.



O cérebro dessas pessoas estão em hiper processamento, assimilando, avaliando e sintetizando as informações todo o tempo. Isto é o que faz com que elas se tornem oprimidas, se sintam cansadas e explica sua tendência de se retirarem por certos períodos de tempo. Elas precisam de uma pausa.


Lidar com a hipersensibilidade

Agora que entendemos esta questão um pouco melhor, podemos começar a tomar medidas para lidar com ela. Aqui estão algumas coisas para manter em mente se você é ou conhece uma pessoa altamente sensível:

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1.Ser altamente sensível é um dom, não uma maldição. Abrace-o. AME a si mesmo.

2.Permita a expressão das suas emoções. Não engarrafe-as em um esforço para ser “normal”.

3.Compreenda que o mundo precisa de seu dom. A sensibilidade nos lembra de nossas fraquezas como seres humanos e nos impede de ir a deriva para o reino dos pensamentos e ações desumanas e desmoralizantes. Ela amacia aqueles que o rodeiam.

4.Fique um tempo afastado. Pessoas altamente sensíveis são vulneráveis à ansiedade, depressão e outras doenças mentais. Entenda que o seu nível de sensibilidade o deixa aberto a tornar-se oprimido e mentalmente e emocionalmente desgastado. A solidão é boa para as almas dos altamente sensíveis – ajuda proteger o dom.

5.Esteja ciente de que um altamente sensível é o melhor amigo que você vai ter. Pessoas altamente sensíveis são amáveis e pensativas. Mas o mais importante é que elas estão sintonizadas e conscientes dos humores e sentimentos daqueles que amam. Sua capacidade de ouvir, compreender e verdadeiramente ter empatia é uma das suas melhores qualidades.


Palavra final

“… Sentir intensamente não é um sintoma de fraqueza, é a marca registrada do verdadeiramente vivo e compassivo. Não é a pessoa altamente sensível que está quebrada, é a sociedade que se tornou disfuncional e emocionalmente deficiente. Não há vergonha em expressar seus sentimentos autênticos. Nunca tenha vergonha de deixar suas lágrimas brilharem neste mundo.” – Anthon St. Maarten

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Traduzido pela equipe de O SegredoFonte: Life Hack






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