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Cientista que foi rejeitada e subestimada fez descoberta fundamental para as vacinas contra covid-19!

cientista que foi rejeitada e subestimada fez descoberta fundamental para as vacinas contra Covid 19

Depois de um passado de muitas rejeições, essa cientista mostrou o seu valor e tem um papel muito importante durante a pandemia. Confira!



Na realidade de pandemia que estamos enfrentando, desde o ano passado, a nossa maior esperança de vitória são as vacinas contra a covid-19, que estão sendo lançadas e aplicadas na população de diversos países.

As imunizações têm sido produzidas por cientistas que trabalham incansavelmente para encontrar as melhores maneiras de nos manter protegidos, para pararmos de perder pessoas e recomeçar nossas vidas, recuperando os objetivos deixados para trás nos últimos tempos.

No entanto, para que hoje as vacinas sejam desenvolvidas, um trabalho muito importante teve de ser feito, e ele foi realizado por uma pessoa que, muitas vezes, teve a sua competência posta à prova.


Uma matéria da CNN contou a história de Katalin Karikó, uma cientista que passou por altos e baixos em sua carreira, sendo rejeitada e subestimada, até conseguir provar o seu valor.

Katalin, atualmente com 65 anos, é da Hungria e começou sua carreira na década de 1970, com a pesquisa de mRNA, componente do DNA, considerado um dos principais blocos de construção da vida, que abria portas para oportunidades infinitas de estudo.

Em 1985, ela se mudou com o marido e a filha para os Estados Unidos, após uma proposta da Temple University, na Filadélfia, onde tinha mais oportunidades de pesquisas e financiamentos.

Sua vida estava estável no país natal, mas não poderia deixar de aproveitar a grande oportunidade. Então Katalin continuou sua pesquisa na Escola de Medicina da Universidade da Pensilvânia. No entanto, ela enfrentou problemas com sua pesquisa, e sua hipótese de que o mRNA poderia ser usado no combate a doenças começou a ser visto como muito radical, o que levou ao corte dos seus financiamentos.


A cientista continuou se candidatando a bolsas, mas era constantemente rejeitada, até que, em 1995, foi rebaixada de seu cargo na UPenn. Na mesma época, também foi diagnosticada com câncer. Ela contou que chegou a pensar em desistir, que não era boa o suficiente, mas resolveu persistir em sua ideia e, felizmente, os resultados começaram a aparecer.

Em parceria com Drew Weissman, ex-colega de trabalho na Universidade da Pensilvânia, desenvolveram um método de utilização de mRNA sintético para combater doenças. O método consiste em mudar a maneira como o corpo produz material de combate a vírus.

A descoberta foi considerada bastante relevante e hoje é utilizada como base da vacina contra covid-19.

Atualmente, Katalin é vice-presidente sênior da BioNTech, com sede na Alemanha. Segundo a CNN, alguns profissionais da área acreditam que ela e Weissman merecem um Prêmio Nobel.


Um dos profissionais é Derek Rossi, um dos fundadores da gigante farmacêutica Moderna. Ele disse que a descoberta dos dois é fundamental.

Katalin aprecia o reconhecimento, mas diz que esse não é o seu objetivo maior no momento. Em entrevista à CNN, ela disse que só comemorará quando esses tempos difíceis acabarem.

Uma história de inspiração. Katalin, que esteve muito perto de desistir, hoje é uma das peças-chave da luta contra a covid-19.

Que sua história seja exemplo de que podemos tudo, e que o verdadeiro esforço sempre seja recompensado!


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