Comportamento

Cliente conta que loja barrou a sua entrada porque é cadeirante: “Me expulsaram”

A jovem cadeirante denunciou o ocorrido nas redes sociais. Confira!



As pessoas com algum tipo de deficiência costumam encontrar bastantes desafios em seu dia a dia, seja na hora de se locomover ou se sentir pertencentes ao meio em que convivem.

Desde olhares, comentários maldosos e exclusão social, diariamente muitos homens e mulheres com alguma característica “diferente” precisam levantar a cabeça e reunir suas forças para que a maldade da atitude de algumas pessoas não os prejudique.

Um dos desafios que mais os magoam, no entanto, é o preconceito. Infelizmente, por mais que demonstrem de diversas maneiras que são preparadas para assumir qualquer tipo de papel, seja no âmbito pessoal ou profissional, as pessoas deficientes são muitas vezes alvo de diversas demonstrações de preconceito.


Um caso recente, que aconteceu em Caracas, na Venezuela, é prova disso. Uma jovem chamada Kelly Ayari, que é cadeirante, contou através do Instagram que foi impedida de entrar numa loja de roupas em um shopping da cidade porque é cadeirante.

Segundo Ayari, um funcionário a parou à entrada da loja e lhe disse: “com todo o respeito”, que não lhe permitiriam adentrar a loja por conta da cadeira de rodas. Nos comentários, muitas pessoas escreveram que se tratava de um absurdo e de uma atitude de preconceito.

Direitos autorais: reprodução Instagram/@k.ayary .

A postagem, que também foi compartilhada no Twitter da jovem, viralizou e até mesmo o recém-nomeado ministro da Indústria e da Produção Nacional do país, Jorge Arreaza, deixou um comentário, classificando a situação como “inaceitável” e dando a entender que denunciaria o caso. A loja em que o preconceito aconteceu é de uma famosa rede de roupas presente em todo o país.


Com todo o alcance da polêmica, a empresa resolveu também se pronunciar através das redes sociais. Em uma publicação em seu perfil no Instagram, a loja esclareceu que “rejeita categoricamente qualquer tipo de discriminação” e se desculpou com Kelly e todas as pessoas afetadas de alguma forma com o incidente.

Também escreveu que é uma marca venezuelana “sonhada, desenhada e construída para todos”, e acrescentou que o ocorrido foi uma ação “isolada” dos funcionários daquela loja em especial e que não representa uma política de marca, assegurando que a situação já está sendo apurada, para que as medidas necessárias sejam tomadas, evitando a repetição de situações como essa em suas dependências.

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