No caminho, há sempre o risco de tropeçarmos nos próprios passos. A gente inventa metas, faz projetos, desenha cenários, fantasia chegadas. Depois se dá conta de que nada saiu como a gente esperava. Tem dia que não sai lá como a gente imagina. Coisas que não dão tão certo, quanto podiam. Planos que desabam no […]
No caminho, há sempre o risco de tropeçarmos nos próprios passos. A gente inventa metas, faz projetos, desenha cenários, fantasia chegadas. Depois se dá conta de que nada saiu como a gente esperava.
Tem dia que não sai lá como a gente imagina. Coisas que não dão tão certo, quanto podiam. Planos que desabam no primeiro vento. Plantinhas que não vingam. Respostas que não vêm, e por não virem já respondem o que a gente nem sempre quer ouvir. É da vida.
No caminho, há sempre o risco de tropeçarmos nos próprios passos. A gente inventa metas, faz projetos, desenha cenários, fantasia chegadas. Depois se dá conta de que nada saiu como a gente esperava.
Vira e mexe, o que a gente quer e o que acontece de verdade colidem de frente, feito dois meteoros resolutos, explodindo pedras de dor e lascas de fogo e mágoa para todos os lados.
A gente olha adiante e segue em frente. Convencido de que as coisas quase nunca serão do jeito que a gente quer. Mas serão. As coisas sempre são. Só nos resta é estar no caminho delas, contribuindo para as coisas acontecerem, ainda que nem sempre do nosso jeito. É da vida.
E pela vida a gente agradece e faz por merecer. A vida a gente vive. O resto é coisa da nossa cabeça.
Direitos autorais da imagem de capa: Tomaz Barcellos/Pexels.