Comportamento

Com 3 anos, menino prodígio brasileiro toca teclado, faz contas matemáticas e entende outras línguas

Augusto tem domínio do português, inglês e conhece até o alfabeto russo, além de música e cálculos matemáticos, mostrando genialidade, mesmo com tão pouca idade.



Com a intensificação das redes sociais, temos cada vez mais contato com notícias que, em outras épocas, demoraríamos muito tempo para saber. Para qualquer assunto específico, basta digitar palavras-chave em um site de pesquisa que, em menos de segundos, milhares (ou até milhões) de resultados similares aparecem.

Cada vez mais temos contato com crianças prodígio do mundo todo, inclusive no Brasil, mostrando que a genialidade, em alguns aspectos, é aflorada desde o início da vida. O pequeno Augusto Melo, de apenas 3 anos, veio para mostrar justamente isso, desafiando os adultos em todas as áreas de seu interesse, que não são poucas.

Segundo reportagem do G1, o pequeno gosta de música, matemática, português, conhece inglês e o alfabeto russo. Seu contato com as letras começou antes mesmo de completar 2 anos.


A mãe, a professora Giselma Melo, e o pai, o enfermeiro Estácio Melo, explicam que ficaram muito surpresos com as habilidades do filho que, além dos cálculos matemáticos com as quatro operações, escrita, leitura, Augusto identifica bandeiras de outros países.

O menino identificou as vogais sozinho, em um primeiro momento, começando pela letra A. A partir de então, os pais passaram a lhe mostrar as outras letras, e Augusto aprendeu rapidamente, passando a escrevê-las de maneira perfeita, isso tudo com apenas 1,5 ano. Giselma conta que fica maravilhada e emocionada com tudo que o filho faz, demonstrando capacidade de ir mais além.

Direitos autorais: reprodução Instagram/@estaciodemelo.

Os pais perceberam que Augusto estava aprendendo inglês, além da língua nativa e, com o passar do tempo, demonstrou interesse pelo alfabeto cirílico, que eles nem sequer sabiam do que se tratava. Estácio pesquisou e descobriu que se tratava do alfabeto russo, mais uma surpresa para toda a família.


Como se isso já não representasse genialidade suficiente, o pequeno ainda mostra grande interesse por música, e começou a compreender melodias sozinho, com um xilofone de brinquedo, tocando músicas simples e até sinfonias clássicas, apenas as ouvindo.

Como o pai ouvia muito algumas sinfonias de Beethoven, o filho começou a tocá-las em seus instrumentos musicais infantis mesmo. Jussara Barbosa, psicopedagoga, explica que, nestes casos, é preciso que a criança receba acompanhamento clínico para conseguir traçar quais áreas de desenvolvimento estão acima de sua idade.

A família também precisa de suporte, principalmente porque vai precisar aprender a lidar com essa situação e todas as habilidades do filho, a fim de corresponder às expectativas e aprendizado da criança.


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