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Com o tempo aprendemos que antes de nos doarmos, é preciso, acima de tudo, gostarmos de nós…

SER MULHER – “O AMOR É FEITO D E MUITAS FORMAS…’’



Com o tempo, aprendemos que antes de nos doarmos, é preciso, acima de tudo, gostarmos de nós.

E depois, com este amor desmedido, já podemos gostar de quem precisa de nós.

Se todos os dias soubermos usar deste amor e nos doarmos ao próximo,  então estaremos a mudar o mundo em pequenas doses, tal como as gotas do orvalho matinal em dias de nevoeiro, ou um raiar de sol com cheiro de primavera, ou mesmo o quente aroma da brisa de verão, basta usarmos a nossa paixão.


Todos nós,  de alguma forma, estamos imbuídos de valores humanos, pois eles são uma atitude natural que vem do coração. No entanto, precisam de ser praticados todos os dias.

COM O TEMPO APRENDEMOS - FOTO 01

Os valores humanos, não são uma lei  universal, mas são uma lei do coração, que deve estar assente nos  alicerces do nosso  caráter, na nossa conquista espiritual,  nos gestos de fraternidade e valores de personalidade para com o nosso semelhante.

Nesta forma altruísta de amor ao próximo, nós somos os maiores beneficiários, pois ao nos entregarmos de coração, estamos a melhorar a nossa saúde mental, espiritual, emocional, física e financeira. A lei do retorno acaba sempre por nos favorecer.


Ser humanitário, nos dias que temos para viver, torna-se uma questão de ética e responsabilidade social, num mundo onde o contexto das organizações mundiais, cada vez mais precisam de exemplos de pessoas com valores e uma visão de cidadania íntegra.

Todos os dias as sociedades precisam de ser resgatadas para o amor, pois estão dilaceradas de valores coletivos e estão cada vez mais focadas no egocentrismo, onde os valores humanos se estão a perder.

A própria comunicação social preocupa-se mais em mostrar a degradação em vez de mostrar a construção de novos valores.

Só teremos uma sociedade justa e fraterna, quando unirmos forças para resgatar cada ser humano na formação de cidadãos íntegros, justos e isentos de ódio.


Cabe a nós, mulheres, que geramos no ventre a vida, trazer ao universo esse sentimento que nos emana das entranhas, o mesmo amor que doamos sem pedir nada em troca quando embalamos nos braços o filho que parimos.

COM O TEMPO APRENDEMOS - FOTO DE CAPA

 

Eu, Mulher, a quem a vida já doou muito, mas também já fez padecer, aprendi que ser humanitária neste mundo onde somos estranhos ao que nos rodeia é importante, porque tem de haver quem seja capaz de fazer o bem sem olhar a quem.


Porque, se há momentos em que a vida nos oferece o que precisamos, há outros que nem sempre são assim.

Porque multiplicar a bondade, sorrisos, abraços e compreensão, são atos gratuitos que nos foram doados na racionalidade do SER que nos torna HUMANOS.

Porque o amor,  é feito de muitas formas e precisa de ser multiplicado, este é na verdade o segredo do valor humanitário.

E porque ao me doar, o bem a mim retorna e, com este sentir, deixo a ti, Mulher o desafio de fazer deste mundo um universo de AMOR.


Carta para o meu quase amor…

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