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Como as crenças limitantes nos prejudicam…

Crenças limitantes: valores ultrapassados que já não nos servem mais

Vivemos em uma época que as coisas acontecem e se transformam com rapidez e complexidade. O que era não é mais, o que foi deixou de ser e nós, presos em nosso modus operandi e em nossa zona de conforto, resistimos às mudanças.


A existência praticamente nos empurra para que acompanhemos as mudanças e nos atualizemos, para usarmos o máximo de nosso potencial, mas, com medo, resistimos e ficamos presos às nossas crenças limitantes e aos valores ultrapassados, que já não nos servem mais.

Com isso, sentimentos os efeitos dessa estagnação:

  • dificuldades em nos relacionar com os outros
  • limitações financeiras
  • isolamento
  • carência afetiva
  • desmotivação
  • tédio
  • problemas de saúde
  • inadequação
  • insatisfação, e muito mais…

Para lidar com aquilo que nos prende e nos limita, precisamos enxergar e reconhecer isso em nós.

É necessário nos percebermos, observando nossas reações, pensamentos, atitudes, anseios e emoções, sem julgamento, moralismo e condenação, mas aceitação, sinceridade, realismo e humildade, pois somos suscetíveis a uma vasta gama de sentimentos, sejam bons ou maus, mas como os encaramos e lidamos com eles é o que faz toda a diferença.

Em auto-observação estamos consequentemente nos descobrindo, conhecendo e aprendendo mais sobre nós e os outros e nos abrimos para os ensinamentos da vida e para que ela flua em nós!


As crenças limitantes resultam dos valores e conceitos que nos foram passados e de como assimilamos tudo isso com nossas vivências e reações diante delas.

Estas crenças se tornam boias que nos impedem de nadar e sentir parte do imenso oceano. Tornam-se gaiolas que nos impedem de soltar nossas asas e alcançar o céu infinito! 

Não mudamos de casa, emprego, profissão, relacionamentos, mesmo sentindo que se faz necessário dar esse passo, com medo do desconhecido, de errar, de se arrepender e infelizes continuamos presos em nosso comodismo e zona de conforto, que está mais para zona de desconforto!

Por medo do novo, nós nos acostumamos ao que nos limita, mas é conhecido.


Com medo da insegurança, daquilo que não sabemos e ainda não experimentamos, deixamos de nos expandir, atualizar e renovar!

Se a lagarta tivesse medo de sair do casulo não viraria borboleta. Se a semente tivesse medo de germinar não existiriam plantas. Se o botão da rosa tivesse medo de se abrir não conseguiria desabrochar e dar origem às outras rosas. Se os animais selvagens ficassem angustiados, com medo de viver na selva, não conseguiriam sobreviver. Se nossa mãe tivesse tido medo de nos ter, não estaríamos aqui!

A Natureza nos ensina que é a coragem que move a existência dos seres! Não a coragem imprudente, mas uma coragem movida pelo impulso da Vida que nos habita e se manifesta em nós!

Uma força que nos move a seguir em frente, mesmo em meio as adversidades, que nos levanta, quando caímos e nos ergue quando afundamos! Se essa FORÇA é capaz de fazer tudo isso, porque o medo de viver o novo? Reflita!


Direitos autorais da imagem de capa licenciada para o site O Segredo: 123rf / gajus





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