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Como vencer o desânimo: 7 erros que fazem você se deprimir e perder a paz (e como consertá-los)

desanimo

Sabe aqueles dias em que você não sente vontade de fazer absolutamente nada? Eu sei que você já passou por isso. Talvez muitas vezes.



A falta de coragem se mistura com um profundo desânimo e você se sente como um derrotado.

E para piorar as coisas você começa a pensar demais e a duvidar de você mesmo, questionando se tudo o que está fazendo na vida está valendo a pena.

Esse cenário parece familiar?


Não se preocupe, este artigo irá ajudar você.

Nele eu vou apresentar a minha “caixa de ferramentas” para vencer o desânimo.

Essas “ferramentas” são 7 mudanças de atitude que combatem 7 erros fundamentais e geram um impacto formidável na maneira como interpretamos esses períodos de desânimo e preguiça.

As idéias que vou apresentar fazem toda diferença.


Ah, também tenho um presente para você: vou te entregar um material que vai ajudar você a usar a minha estratégia favorita. Falarei disso adiante…

Preparado para conhecer o meu arsenal para vencer o desânimo?

Então vamos lá!

O que são e como usar essas estratégias para vencer o desânimo


A maior parte das estratégias contidas neste artigo são provocações que vão desafiar a sua maneira pensar.

O objetivo é simples: causar uma mudança de perspectiva que faça você enxergar as coisas por um outro ângulo.

Talvez você até comece a enxergar coisas que não esteja enxergando…

Desejo abrir os seus olhos para “pontos cegos” que, ao serem percebidos, podem enfraquecer o estado de desânimo e melhorar o seu ânimo.


Leia de maneira serena, concentrada e com a mente aberta e essas idéias irão ampliar os seus horizontes.

Vamos começar a viagem!


Erro #1: Achar que você é o centro do universo


universo

Há em nós uma tendência que nos faz colocar nós mesmos no centro de todas as coisas. Trata-se de uma arrogância presente em 99,9% de nós. Alguns nem se dão conta dela.

Quando se é o centro de tudo e se olha para todas as coisas com este olhar, qualquer pequeno balanço parece um terremoto. Tudo parece o trágico fim do (nosso) mundo.

Pura fantasia.


Coloque o pé além da soleira da sua porta, desloque-se do centro de todas as coisas para qualquer outro lugar e veja essa fantasia perder força.

Parar de se preocupar com você mesmo é um grande passo para diminuir o poder do estado de desânimo.

E ainda melhor que isso é começar a se preocupar com outras pessoas. Arrume uma maneira de ajudar quem está precisando de ajuda.

No meu caso, procuro fazer algo para ajudar alguns dos clientes que estão fazendo coaching comigo. Muitas vezes faço para eles aquilo que sei que eles estão com dificuldade para fazer. E eles ficam surpresos e agradecidos por isso. :)


Isso me faz esquecer de mim mesmo e me tira daquele estado ridículo em que sentimos pena de nós mesmos, além de cativar e ajudar os meus clientes e alunos.

Essa é uma estratégia fantástica!

Eu não estou mais me questionando, perguntando se sou bom o suficiente ou se estou fazendo progresso na vida.

A ajuda que você está prestando a alguém é um progresso evidente do qual você não tem como duvidar.


Talvez você não tenho alunos ou clientes para ajudar, mas certamente tem colegas de trabalho, amigos e conhecidos que podem se beneficiar de algo que você possa fazer por eles.

Eis as primeira ferramenta do meu arsenal: saia do centro do mundo e ajude outras pessoas no que estiver ao seu alcance.


Erro #2: Tentar resistir ao momento que está vivendo

O desejo de estar em outro lugar e outra situação costuma surgir de maneira muito forte nos dias de desânimo e preguiça.

É como se essas mudanças pudessem resolver todos os problemas de uma vez por todas.

Uma mudança para uma nova cidade (ou um novo país), um bom dinheiro na conta bancária, o parceiro ou parceira ideal e tudo ficaria perfeito.

Sabemos que isso não irá acontecer de uma hora para outra, mas continuamos alimentando essa ilusão.

A verdade é que deixar essa vontade louca tomar conta dos seus pensamentos só irá causar mais sofrimento e piorar as coisas.

Quando percebo que estou fazendo isso eu imediatamente procuro trazer o meu foco para o presente.

Eu não estou dizendo que esses sonhos não possam se tornar realidade, mas você e eu sabemos que para realizá-los é preciso sonhar com os pés no chão e trabalhar muito.

Eles não se tornarão reais hoje só por causa do seu desânimo. É mais inteligente não se apegar a eles nesse momento.

Aqui está algo importante:

Se você não se permite viver uma situação desconfortável, você também não se permite superá-la.

Lembre-se: esse estado de desânimo e preguiça não existia antes e nem continuará existindo eternamente.

Trata-se de um estado transitório: viva-o e deixe-o ir embora.

Dois pontos para guardar na memória:

  • Vive melhor aquele que consegue sentir-se satisfeito estando onde está no momento em que está.
  • Vive frustrado aquele que está sempre desejando algo diferente do que possui no momento.

Se você usar o seu tempo e a sua energia para viajar em tudo o que poderia ser e não é, você estará construindo na sua cabeça um cenário cada vez mais deprimente e opressor.

Esteja presente e viva o presente. É preciso viver para superar.


Erro #3: Você não é (apenas) o que acredita ser

Todos nós temos uma imagem muito bem formada de nós mesmos, uma auto-imagem que nos diz o tipo de pessoa que “somos”.

Acreditamos tanto nessa visão que nos sentimos mal quando ela é ameaçada.

É um fenômeno curioso:

  • Você acredita ser motivado. Mas quando a desmotivação bate à sua porta, você sente que algo está muito errado.
  • Você acredita ser produtivo. Mas quando a falta de ânimo para produzir aparece, você vê isso como algo inaceitável.
  • Você acredita ser bom. Mas ao receber críticas que expõem com clareza seus defeitos de caráter, você se entristece.

A verdade é que você não é apenas o que acredita ser…

Você é o que acredita ser, o contrário do que acredita ser e muitas outras coisas.

Você não é sempre motivado, produtivo e bom. Muitas vezes você será o oposto de tudo isso: desmotivado, improdutivo e inclinado ao mal.

Apenas aprenda a perceber isso e ampliar essa auto-imagem que você construiu e carrega dentro de si mesmo.

Lembre-se: você é o que acredita ser, o contrário do que acredita ser e muitas outras coisas.

Não se surpreenda quando algumas sensações que parecem incomuns surgirem em seu interior, elas também fazem parte de você.


Erro #4: Não entender que o hoje é um presente

sol

O materialismo dos tempos que vivemos nublou a nossa inteligência de maneira vergonhosa. Sequer somos capazes de perceber o valor de um dia como o de hoje.

O raciocínio é óbvio e matemático: um dia a mais é um dia a menos.

Desperdiçar dias da nossa vida com culpas, reclamações e angústias é uma gigantesca falta de reconhecimento do valor da vida.

Um dia de desânimo continua sendo um dia de vida…

Um dia de desânimo é subtraído dos dias da nossa existência como qualquer outro, então é sensato da nossa parte vivermos esse dia da melhor maneira possível.

Isso não significa que tenhamos que trabalhar ou nos divertir de maneira alucinada, mas que façamos dele um dia útil.

Uma caminhada no quarteirão é imensamente mais útil do que sentar-se e alimentar com os pensamentos o seu estado de desânimo.

Vou ensinar adiante uma estratégia simples para transformar dias de desânimo e preguiça em dias mais úteis. Chegaremos lá em breve.

A propósito, você está gostando deste arsenal de estratégias para vencer o desânimo?

 

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Fonte: Escrito por ANDRÉ VALONGUEIRO via Valongueiro

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